27 de março de 2017

EM DEFESA DO "MACHISMO"

Eu topo a "igualdade" entre as mulheres e homens no tocante a salário. Afinal, são tão inteligentes quanto os homens. Só não admito essa prosa "feminazi" de "mais" inteligentes. Assim fosse, em 21 séculos de invenção do código escrito, elas não estariam patinando por coisas que Cléopatra já conseguiu há "poucos dias".

Mas se vamos tratar como "iguais", parem de querer que eu abra a porta do carro e puxe a cadeira para que entrem ou sentem.
Parem de dizer que mulher não pode andar sozinha depois das 20 horas, porque é perigoso. Enfia a cara e enfrenta a selva.
Quer igualdade, então, não vem com essa de que no busão os portadores de órgão genital externo, precisam levantar para quem os tem embutido.

Se querem a igualdade, suportem o esporro do chefe, sem as recorrentes lágrimas. Se querem igualdade, não quero nem saber que sangram todo mês e têm alteração de hormônios. Aprendam a teatralizar e finjam que nada aconteceu.

Como bem pode ser que não entendam a ironia, estou colocando alguns fatores que, para minha visão "machista", inviabiliza o tratamento da mulher como se fosse homem.

Minha formação cristã consolidou na minha cabeça que devo tratar a mulher como vaso mais frágil. Para os aloprados de plantão vale a pena lembrar que o conceito é de fragilidade, delicadeza, que inspira cuidados no trato.

O princípio foi dado por alguém que era "machão" na perspectiva social, que foi o apóstolo Pedro, mas que em algum momento da vida aprendeu, cresceu e melhorou como é passível de ocorrer a qualquer ser humano.

Cabe aos homens o dever de proteger a mulher, sim. Se sou casado, terei de fazer isso com minha esposa. Se sou solteiro, tenho irmã de sangue e de fé, amigas, colegas, primas, sobrinhas, vizinhas, enfim, toda e qualquer mulher que cruze minha história, será tratada com o respeito, delicadeza e instinto de proteção que a natureza embutiu em todo e qualquer homem que se preza.

A mulher que se preza, por sua vez, não faz beicinho, nem adota discurso de ideologia duvidosa se algum homem entrar em sua defesa, contra algum vagabundo que queira cometer qualquer abuso de ordem sexual ou de qualquer outra natureza.

Por mais que seja bestial, infelizmente há indivíduos que nem mais procuram os guetos para seus abusos e colocam em risco as mulheres em uma plataforma lotada de uma linha férrea ou no apinhado vagão de um trem, ou no "conforto do aperto" de um ônibus.

A sociedade precisa, sim, do machismo. Não o que impõe pânico à mulher, mas o que a protege. O machismo que coloca vagabundo no seu devido lugar por bem, ou por mal.


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