29 de setembro de 2011

A terceira idade e a juventude

Jovens e idosos podem se complementar ao invés de rivalizar

Neste 1º de Outubro comemora-se mais um Dia Nacional do Idoso. A data é uma boa oportunidade para refletir sobre algumas questões em torno do tema.
A população de idosos no Brasil vem crescendo consideravelmente. O avanço da medicina, com a produção de remédios que garantem uma longevidade cada vez maior e melhor aos idosos é um dos fatores para este fenômeno social.
Outra variável que tem contribuído para aumentar a expectativa de vida dos nossos idosos é o cuidado com a saúde por iniciativa deles mesmos que já se propõem à prática de exercícios e acatam as dietas sob prescrição médica com menos resistência.

Embora alguns ainda insistam em serem teimosos como uma mula empacada e chegam a dizer: 'médico não sabe de nada!'. Haja cabelos para se arrancar!
Cabeças-duras à parte, independente dos fatores que contribuem para que tenhamos o privilégio de conviver por mais tempo com nossos idosos, há muito o que se fazer com e por eles.

Infelizmente, o aumento da população de idosos já repercute com sinais de alerta de grande intensidade. Isso porque, lamentavelmente, muitos deles ao perderem a mobilidade, ao se tornarem mais dependentes de filhos, netos e bisnetos acabam por receber desprezo e, em não poucos casos, até abandono como retribuição.
Como cidadãos com o mínimo de consciência, devemos ter sempre atenção para os casos de maus tratos e violência que, eventualmente, podemos identificar na vizinhança.

No meu romantismo poético, acredito que não deveríamos ter este tipo de problema social. Forjados com valores judaico-cristãos poderíamos viver em sociedade com atitudes individuais e coletivas que não maculassem a imagem e memória dos nossos idosos.
O grande legislador Moisés registrou um mandamento divino que é incisivo no tocante ao tratamento dos idosos: "Fiquem de pé na presença das pessoas idosas e as tratem com todo o respeito" (Lv. 19:32 - Linguagem de Hoje)
Ora, se a simples presença de um idoso merecia a honraria de que os mais jovens se levantassem diante deles, presume-se que os mesmos além de honra recebiam o cuidado e atenção que precisavam receber.

O livro de Provérbios, compilado pelo sábio rei Salomão, afirma o seguinte: "A beleza dos jovens está na sua força, e o enfeite dos velhos são os seus cabelos brancos. Uma vida longa é a recompensa das pessoas honestas; os seus cabelos brancos são uma coroa de glória." (Pv 16:31; 20:29).
Embora os textos estejam registrados na Bíblia, um livro adotado apenas pelos cristãos como regra de fé e prática, os princípios acima são válidos para qualquer grupo religioso, de qualquer geração e em qualquer grupamento social no globo terrestre.
Argumento sempre que as gerações precisam buscar o equilíbrio se quisermos assegurar o bem-estar social para o maior número possível de pessoas.

Quando os mais jovens ouvem os mais experientes, além da dádiva permanente do aprendizado –um benefício para si–, eles beneficiam direta e intensamente ao velhinho ou velhinha que se sente útil ao compartilhar suas experiências.
Por muitas vezes, ao invés de tentarmos nos complementar e, com isso, enriquecermos mutuamente, optamos pelo fechamento em gueto, a famosa panela. Temos a panela dos mais jovens, a dos de meia idade e a dos 'velhos'.

À revelia do que o Criador planejou, preferimos nos chafurdarmos no desconhecimento juvenil e, muitos idosos talvez por decepção, cansaço ou mesmo por má vontade, não se dispõem a compartilhar suas experiências.
Reconheço que posso estar sonhando, talvez delirando ou defendendo uma utopia, mas como jovem que ainda sonha, preciso alimentar-me desta esperança. Quem sabe se eu viver até minha velhice algo disso seja realizável?

22 de setembro de 2011

A colheita

Segundo o profeta Oséias, a semeadura de vento resulta numa colheita de tempestade

Nunca ouvi falar sobre uma mangueira dá mamão ou uma bananeira pender com um cacho de uvas. Felizmente, as leis da natureza são tão firmes e bem definidas que impressionam o mais displicente observador. Ao contrário de nossas regras sociais, costumes e decretos promulgados ao sabor do governante do momento, as leis naturais se mantém desde os primórdios da criação.

Se conseguíssemos aplicar seus princípios em sua plenitude nas nossas relações humanas, teríamos mais sucesso do que quando, fingindo-nos racionais, adotamos posturas bestiais.
Embora não sejamos bons replicadores de algumas leis universais, quer queiramos ou não, quer nos apercebamos ou não, elas se manifestam na nossa vida de maneira tão real e sutil quanto o Sol faz evaporar as águas.

Uma dessas leis que se cumprem em nossas vidas de maneira irrevogável e irreversível é a da semeadura. Gosto de uma expressão do apóstolo Paulo, registrada em sua epístola aos cristãos da Galácia, que tem muita popularidade especialmente entre os mais velhos: "Tudo o que o homem semear, isso também ceifará". A afirmação paulina geralmente é repetida entre os de maior idade porque, via de regra, precisamos de algumas pancadas na vida para descobrir a veracidade e contundência disso.

Como resultado dos erros que cometemos ao longo da vida, sentimos na própria carne a dor do aprendizado. Se nos recusamos a mudar de atitude mesmo depois de muito apanhar, o tempo, como mestre implacável, prova e comprova que todo semeador colhe o que plantou não interessa o que, onde ou quando o tenha feito.
O profeta Oséias que exerceu seu papel entre os anos 750 e 730 anos a.C. disse certa vez: "Eles semearam ventos e colherão tempestades". A linguagem poética apresenta uma figura interessante que é a de plantar vento e, o mais curioso, colher tempestade. Qualquer mortal sabe que isso não é possível no mundo físico.

Como o vento é ar em movimento, logo, não é possível juntar as moléculas, prender num potinho e enterrar para que ele germine e desabroche como uma 'bela' tempestade.
Também não consigo imaginar como seria uma plantação de tempestade. Tampouco o que utilizaríamos para 'catar' o que talvez fossem colunas de vento como um redemoinho ou tornado.

Embora no mundo físico esta lavoura de ventos não seja materializável, no mundo invisível ela é perfeitamente perceptível.
Quando semeamos frieza, distanciamento, prepotência, desconfiança, inveja, ciúmes, contenda etc, num primeiro momento, existe um prazer imediato. Surge uma satisfação pessoal por atingir, do pior modo possível, os mais vis propósitos.
As 'sementes' acima têm como resultado imediato uma aparente 'vantagem' sobre o próximo. O ego fica massageado e surge um vão sentimento de grandeza e força.

Ainda que um ego exaltado engane-se com uma suposta superioridade, a colheita pode parecer tardia, mas é certa. Aquelas sementes resultam numa colheita da solidão, uma percepção da qual o próprio Cristo tentou se esquivar.
O sentimento de abandono fez com que ele perguntasse a Deus porque o havia desamparado. Era a solidão que o Mestre queria evitar. Ora, se ele, que fez tanto bem e espalhou tantas sementes de amor e paz, não conseguiu se livrar da dor da solidão, quem não semeia nada de bom que pode esperar?

Para quem gosta de planejar a vida, este é um fator importante a se considerar. O que se quer colher na breve existência terrena? Queremos ter um ombro amigo e leal para chorar nos momentos de dor ou vamos nos agarrar ao primeiro tronco de árvore por falta de uma companhia?
Ao tropeçarmos, teremos alguém que nos estenda a mão para amparar ou mesmo para reerguernos ou ficaremos prostrados? Estas respostas dependem exatamente do que semeamos agora.

15 de setembro de 2011

Futebol e política

A associação das duas palavrinhas do título deve soar como coisa de um colunista ensandecido. Contudo, posso assegurar que estou são do juízo (ao menos por enquanto). Um argumento que me ajuda a ter a percepção de que não enlouqueci é de que não rasgo dinheiro, ainda.
Pode parecer estapafúrdia a ideia de juntar uma modalidade esportiva que é considerada uma paixão nacional -o futebol- e uma ciência social que, embora negligenciada, atinja a vida de todos quer reconheçamos isso ou não.

Não sou um torcedor exemplar. Nenhum time nacional ou estrangeiro é chamado de 'meu'. Até mesmo pela seleção brasileira de futebol faz muito tempo que não torço. A última Copa do Mundo que ainda sofri foi a de 1990, realizada na Itália. Naquela14ª edição do evento os jogadores brasileiros eram conduzidos pelo técnico Sebastião Lazaroni.
Mesmo sendo este ignorante de pai e mãe quanto ao futebol, existem algumas questões dentro e fora das quatro linhas que chamam minha atenção e gostaria de compartilhá-las.

A primeira que salta-me aos olhos é a mobilização dos torcedores. Como fenômeno social, o futebol não chega a ser objeto de tanto estudo sistemático e aprofundado, mas é necessário reconhecer o seu poder de alcance. Poder tal que mobiliza massas humanas de modo a lotarem arquibancadas de imensos estádios de futebol como Maracanã e Morumbi.

Todo o movimento acontece porque, em linhas gerais, os torcedores querem tremular suas bandeiras, soltar rojões, fazer buzinaço e tudo o que for possível para comemorar o gol ou melhor, os muitos gols do seu time. Essa história de que o 'importante é competir' não é bem verdade. Na prática, o que se quer a qualquer preço, justo ou não, é a vitória do time.
O grau de paixão dos torcedores também desperta minha atenção. Acho engraçado quando as unhas são devoradas, os cabelos arrancados, as testas franzidas, os sons coletivos de desespero, aquela onda de "uuuuuuhhhh" que toma conta do estádio quando a bola quase entra, mas como ser de vontade própria, insiste em não balançar a rede.

O envolvimento do torcedor com as jogadas dos atletas chega ao nível dos membros se movimentarem involuntariamente. As pernas chutam o ar, os punhos cerram-se para golpear o vazio, as contorções de caras e bocas bem podem ser replicadas como máscaras para noite de terror.
A memória dos torcedores também é outro fator que se destaca, ao menos para mim. Existem torcedores que impressionam pelo nível de conhecimento das possibilidades de táticas para vencer uma partida. Milhões sabem o perfil de cada jogador escalado e dos que estão no banco de reservas. Outros recitam como poesia a quantidade de vezes que a bola balançou a rede contra e a favor, adversários futuros etc.

Se desenvolvêssemos como cidadãos a mesma paixão que aprimoramos como torcedores, com certeza, teríamos outras condições sociais, políticas e econômicas. Se nos apaixonássemos pelas nossas cidades, Estados e País com ao menos metade da paixão que é devotada a um time, teríamos uma visão diferente de nós mesmos e, melhor, não seríamos apenas fruto de suposições, nos tornaríamos sociedade de resultados.
Se acompanhássemos cada etapa dos processos políticos do Brasil com o entusiasmo que caracteriza aqueles que acreditam em si e no próximo, teríamos a possibilidade de diminuir o número de fanfarrões que pleiteiam funções públicas no Executivo e Legislativo apenas para "se dar bem".

Meu desejo sincero, que talvez não seja concretizado na minha geração, é que nos tornemos cidadãos tão apaixonados e comprometidos com nosso País quanto somos pelo futebol. Se isso é utopia? Deve ser. Mas, sonhar, ainda não me custa nada e, de quebra, acalenta a alma.

7 de setembro de 2011

Do que reclamamos?

Considerando que nesta semana rotulada como "da Pátria", recebo uma avalanche de mensagens que compõem um mix de nostalgia, utopia e falácia, gostei e compartilho uma postagem anônima que está circulando em blogs, perfis de Facebook, e-mail e tudo o mais.
Infelizmente, sou obrigado a reconhecer que existe verdade em cada linha. A mensagem começa daqui para a frente.

Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci?  do Delúbio? da Roseanne Sarney? Dos políticos distritais de Brasília? do Jucá? do Kassab? do Dr. Hélio? dos mais 300 picaretas do Congresso? Brasileiro reclama de quê?

O Brasileiro faz o seguinte:
1) Coloca nome em trabalho que não fez;
2) Assina nome de colega que faltou em aula;
3) Paga para alguém fazer trabalhos;
4) Saqueia cargas de veículos acidentados;
5) Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
6) Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
7) Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura;
8) Fala no celular enquanto dirige;
9) Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno) - assim o amigo não gasta nada;
10) Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento;
11) Para em filas duplas, triplas, em frente de escolas;
12) Viola a lei do silêncio;
13) Dirige embriagado;
14) Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
15) Espalha churrasqueira e mesas nas calçadas;
16) Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
17) Faz "gato" de luz, de água e de TV a cabo;
18) Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
19) Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto;
20) Mente a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
21) Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10, pede nota fiscal de R$ 20;
22) Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
23) Estaciona em vagas exclusivas para deficientes;
24) Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
25) Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
26) Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
27) Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
28) Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo do bicho;
29) Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo;
30) Comercializa os vales refeição e transporte que recebe das empresas;
31) Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
32) Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
33) Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes, não devolve.

Depois disso tudo ainda quer que os políticos sejam honestos?! Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas?! Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo! Ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal? E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Se quisermos melhora, é obrigatório começar por nós mesmos, onde for necessário, ainda que isso doa na própria carne!

Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos. Colhemos o que plantamos! A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes.

1 de setembro de 2011

Inveja da Líbia (parte 2)

Como saboroso fruto do artigo da edição anterior, recebi uma resposta riquíssima enviada pela arquiteta Marise Nigro, a quem tenho orgulho de apresentar como colega de trabalho e também posso atribuir o título mais nobre do meu modesto círculo de relacionamentos: amiga.

Foi ela quem alertou para uma aresta no meu raciocínio da semana passada que faço questão de elucidar. No artigo anterior, mencionei a questão dos líbios terem se voluntariado a empunhar armas e lutar pelo que definem ser liberdade.
Também questionei quando e se, de fato, um dia, nosso festivo povo brasileiro vai querer lutar pelo que entendem ser sua Pátria. Numa primeira leitura, bem pode parecer que desejo ver nosso povo com fuzis na mão. Ponderei sobre esta possibilidade de interpretação, logo depois que li as considerações de minha amiga Marise.
Como testemunha ocular da Ditadura Militar, –o mais desconhecido e omitido momento da História do Brasil, ao menos para quem não viveu a época–, ela salientou que já tivemos, sim, brasileiros que lutaram e doaram a própria vida contra arbitrariedades muito menores que as praticadas por Kadhafi.

Embora tenha inveja dos líbios e não me envaideça tanto pelos meus compatriotas de hoje, é meu dever render uma singela homenagem aos brasileiros de ontem que, em nome da justiça, liberdade, igualdade social, abdicaram de suas vidas e sonhos para lutar por causas coletivas.
Alguns deles sobreviveram para nos contar. Outros não tiveram a mesma oportunidade sendo que dezenas, senão, centenas de famílias nunca puderam sepultar os seus mortos. Infelizmente, temos pouco ou nenhum interesse em ouví-los e aprender as lições de civilidade que os moldaram enquanto sofriam na sala de aula da pior professora: a dor.
Em sua argumentação, Marise me comoveu ao recordar: "Tive familiares presos e torturados, amigos mortos, negado o meu direito de me reunir com meus amigos, andar em turma, votar e escolher, ainda que pessimamente, meus governantes.  Quando na faculdade, fui testemunha de bombas, espancamentos, injustiças com professores brilhantes. Vivi num país deserto de intelectuais, professores, artistas e agentes culturais, personalidade e opiniões.
Creia-me, amigo, foi o inferno na Terra. Você nunca podia ter certeza se o amigo do seu lado não era um agente infiltrado dos órgãos de repressão. Derrubaram nossos teatros, abandonamos família, amigos e vivemos na clandestinidade: estávamos em guerra. Por muito menos que um Kadhafi fizemos nossa guerra civil."
Ela ainda vaticinou: "As grandes lições do passado, a história de um povo, da construção de sua liberdade, o exercício da democracia, defeituosa, mas, plena, não podem ser esquecidas. Pense nisso: quem esquece o passado sofre o risco de repetir os mesmos erros no futuro!"

À luz desta reflexão, argumentei com Marise o que, agora, compartilho com todos. Sou parte de uma geração que nada sofreu, nada renunciou, nada perdeu e, de repente, pode ser que, lá na frente, nos apercebamos que nada ganhamos e nada construímos e, pior, tal qual areia, deixamos escapar por entre os dedos as conquistas seladas com o sangue do nosso povo.

Ainda que a nuvem densa do medo queira estacionar sobre minha cabeça, prefiro esperar pelo vento impetuoso de coragem que desperte a minha geração a tempo de construirmos e não apenas de lamentarmos pelo que não fizemos.
Quero acender uma centelha de esperança de que os "soldados" que o País precisa estão apenas aparelhando suas armas: uma pena afiada, uma percepção aguçada, um coração apaixonado e uma disposição implacável pela mudança. Que o amor à Pátria, que tão bem movia brasileiros como a Marise e tantos outros, inunde os nossos corações e sejamos cidadãos atuantes e firmes no propósito de contribuir com o nosso Brasil.

 
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