30 de abril de 2017

A BENÇÃO DO TRABALHO


Não sou nenhum grande entusiasta pelo 1º de maio. Para mim, trata-se de mais um momento em que a velha fórmula romana do "pão e circo" é usada em larga escala. A data é oportuna para que os sindicatos, em especial, com suas lideranças que odeiam alternância de comando, tentem mostrar o que jamais conseguiram fazer.

Em um contexto social saudável, os sindicatos já foram (ou deveriam ter sido) o espaço de expressão dos anseios de suas respectivas categorias. Seria o lugar que garantiria a segurança para que colaboradores de uma empresa reivindiquem a participação nos lucros, sem que isso se torne um martírio com supressão de horas extras, redução de benefícios ou coisa que o valha.

Todavia, dado o estado de enfermidade social crônica que nos encontramos, o que deveria ser espaço para a promoção de grupo, hoje é muito mais plataforma para venda da imagem de pseudo-salvadores da pátria. Basta olhar a lista de candidatos nos pleitos municipais, estaduais e federais. É um tal de 'Vote no Quincas - Sindicato das Botas' ou 'Esse faz e acontece - Sindicato dos Penicos'. 

Não demora, teremos o Sindicato dos Defuntos. Como será a manutenção do caixa que garante tudo aos dirigentes e entrega o nada aos sindicalizados? Aí, de novo, vai ficar com os vivos. Será um sindicato com a propaganda: 'Pague agora, para que lutemos por seus restos depois'. Ou, 'Inicie seu plano de representação pós-morte. Vamos garantir que seu título de eleitor seja sepultado com você'.

Ironias à parte, ainda que tenha pouca afeição pelo se faz em torno do Dia do Trabalhador, entendo que é preciso refletir na relevância do trabalho. 
Mais que comemorar alguma eventual conquista ou lamuriar-se por direitos que alegam cerceados, acredito que deveríamos refletir mais e melhor no que somos enquanto mão de obra economicamente ativa.

Tinha um grupo de colegas de trabalho que sempre me ouviam reclamar de uma pauta: aposentadoria. Fiquei louco? Não. Reclamava porquê, à época, se tratavam de pessoas que estavam com corpo de 30 (condição atual), pensando como já tivessem um corpo caquético de 100. Não raro, pedia para mudar o rumo da prosa ou me ausentava. 
Sabe aquelas contas do 'quanto tempo falta para eu parar de trabalhar'? Sempre achei isso deprimente. Se ficamos nesta expectativa pelo dia que vamos 'parar de trabalhar', somos enlaçados por uma gama de coisas que nos impedem de sermos o melhor possível agora.

Querer se aposentar para "parar de trabalhar" é um objetivo pobre. Fica parecendo que o trabalho não é uma benção. Chega a soar como se fora uma maldição. Não raro há pessoas afirmando que Deus "castigou" Adão e Eva com o trabalho, após comerem do fruto proibido. Errado. O acréscimo na rotina de Adão foi comer a partir do "suor do seu rosto". Porém, antes de desobedecer a ordem divina, eles lavravam e guardavam o Éden.

Isso posto, o homem já trabalhava antes de transgredir o único "não" dado pelo Criador. Infelizmente, por razões que não vêm ao caso agora, nossa cultura assimila o trabalho com a servidão, o ser escravo, ser explorado etc.
Entretanto, uma mente sã vai olhar para o trabalho como oportunidade de criar, cooperar, desenvolver, fazer crescer. Se encaramos assim, o respeito pela função do outro é uma das primeiras coisas que se instala nas relações de trabalho.

Isto é, o lixeiro não vai ser desprezado pelo advogado; o faxineiro não é desmerecido pelo administrador; o servente não é humilhado pelo engenheiro, pois todos percebem a relevância da sua função. 
Afinal, se eu não limpar o excremento do cavalo em sua baia, o hipista não terá um animal saudável para competir e não será campeão. Acredito que uma boa forma de comemorar seria reconhecermos o quanto precisamos uns dos outros.

15 de abril de 2017

O SHABAT DA MORTE

Início da tarde de um sábado desses na tumultuada Jerusalém. Os eventos iniciados na noite de quinta, que invadiram a madrugada de sexta e culminaram às 3 horas da tarde com o último suspiro do Cordeiro, eram pauta do momento entre as famílias, mas nada que alterasse suas rotinas.


Por ser sábado, havia o rigor da lei limitando atividades. Era dia de descanso. Para quem não tinha qualquer vínculo com o Jesus de Nazaré, era só mais um sábado.


Quem tinha ouvido falar dele e chegou a esperar sua manifestação com um poder bélico para escorraçar Pilatos, Herodes, os soldados romanos e toda corte de César, guardava o sábado e se ressentia da frustração. Era gente que não tinha entendido que o "reino" de Jesus não era o da terra, e o trono que ele queria ocupar, não estava em qualquer palácio, mas no coração do homem.


Este Shabat jamais foi apagado da memória daqueles que andaram com Ele, ouviram seus ensinos e viram seu exemplo por 3 anos.


Todos já sabiam que Judas havia se enforcado. Aqui, um misto de frustração e satisfação. Afinal, já se sabia da tramoia entre o traidor e os políticos corruptos que arrepiavam-se com a popularidade e autoridade de Jesus.


Pedro estava afogado em sua angústia por lembrar das três vezes que negou ser amigo do Nazareno. João, último ao pé da cruz, devia estar tentando consolar Maria acerca de quem recebeu a incumbência do próprio Jesus de cuidar dela como se fosse sua mãe.


Os demais deviam estar com flashes cruciantes das chicotadas, das cusparadas, do clamor da multidão pela liberdade de Barrabás, um réu confesso, e sua reação ensandecida determinando a crucificação do Filho de Deus, um inocente mudo.


Como viraram a madrugada de quinta para sexta em claro e ficaram atônitos ao longo de todo o dia por conta do julgamento falso e execução da pena, o estado físico devia ser deplorável. Mesmo com todo o cansaço da sexta-feira, dificilmente conseguiram dormir. Aquele sábado devia não existir.


Depois de 3 anos andando por todas as partes ao lado do Mestre, ele não estava mais ali. Não se podia mais ouvir sua voz. Não dava para perceber seus passos. Não havia crianças tentando sentar no seu colo ou prestando-lhe o mais perfeito louvor. Seu sorriso, seu olhar, seu toque. Tudo agora era só lembrança.


O corpo inerte estava em processo para que, após completa decomposição, fosse possível guardar os ossos em uma urna. Só havia satisfação no reino de Belial e nos porões do império romano. Afinal, conseguiram matar o Filho de Deus!

É POSSÍVEL EXTRAIR DIAMANTE DA LAMA, MAS NÃO SE TIRA PÉROLAS DAQUILO QUE O INTESTINO GROSSO DISPENSOU


Então, né... que os políticos e seus piolhos receberam bilhões da Odebrecht todo mundo já sabe. Fico impressionado com o teatro de quinta, na tentativa de fingir perplexidade. Existem outras empresas que também devem ter feito coisa em menor monta, mas "financiou campanhas" e que não entrou, nem sei se vai entrar, no radar da Lava Jato. A essa altura já acredito em um grupo assumindo a máxima culpa, para que outros continuem seus esquemas.

Além de usarem o dinheiro sujo para manutenção da vida nababesca, com jóias caras, iates, mansões, sítios, jatinhos, helicópteros, festas épicas o que mais foi feito com isso?

Idiotas e imbecis de toda ordem, judiciário, imprensa, políticos que se safaram (por enquanto) estão com o foco apenas nos políticos destacados para o circo. Por que ninguém questiona sobre as bocas famintas de pilantras, canalhas, corruptos e corruptores do populacho que também se beneficiaram com uma ínfima parte do esquema-de-podridão-nacional? Sim! O dinheiro desviado dos cofres públicos ou, em última instância, de pequena parte dos lucros das empresas, foram parar no intestino grosso do povão.

Quanto dos bilhões de caixa 2, foram parar no bolso de vagabundos picaretas que saem de comitê em comitê eleitoral pedindo cesta básica, pagamento de água, luz, telefone, viagem para sepultar o tio-avô da sogra do primo de segundo grau, assinatura de TV, plano de banda larga, crédito de celular, ônibus para caravanas com todo tipo de destino de prostíbulo a igreja?

Quanto dos bilhões de caixa 2, foram usados para pagar a carona do vagabundo morto-de-fome, de casa até a seção eleitoral? Quantos da gentalha que, neste momento, pode estar aí fingindo moralidade, fingindo-se estarrecida com os esquemões nos quais aparecem partidos para todos os gostos?

Quantos destes canalhas que querem ser identificados como cidadãos de bem, venderam, vendem e venderão a própria consciência por R$ 50 ou R$ 100 apenas para mostrar a gravação ou foto de que digitou o número do candidato que está bancando sua miséria?

Uma vez documentado o crime, a onça ou garoupa, via de regra, vira urina em meia dúzia de latas de cerveja ou doses de água ardente que se toma no boteco no final da rua, em meio a gargalhadas e piadas do tipo: "me-dei-bem-nas-costas-do-otário".

Afinal, este é o tipo de gente que nem sabe diferenciar safra de vinho para, na pior das hipóteses, comprar um produto da vide com mais requinte que cevada ou cachaça.

#ListaDoFachin #CarasOcultas

13 de abril de 2017

SOBRE SER "MACHO"

Acho que não precisa ser doutor em nada, para entender que ser homem, de verdade, não implica em domínio, sujeição do sexo oposto, valentia, pancadaria ou coisa semelhante.

Ser homem implica, sim, em ser atencioso, zeloso, amoroso, respeitador, honesto, provedor (e não venham dizer que isso é machismo), idealizador e viabilizador de um ambiente familiar onde reina confiança, carinho, segurança, crescimento, amadurecimento. 

Acerca do papel de provedor da família, ninguém tira da minha cabeça que o macho tem, sim, a obrigação de pensar em dar casa, comida e roupa lavada. Porém, vem mais que isso. Cabe ao homem pensar que seus filhos e esposa precisam de lazer. A viagem de férias, os almoços ou jantares fora de casa, a ida ao parque, não é coisa só para a mulher pensar. Por razões divinas elas detém, sim, habilidades especiais para essas questões, mas isso não quer dizer que a carga é só delas.

Reconheço que elas pensam melhor em onde ir, como ir e o que fazer. E caberá ao homem que pensa e presta, dar todas as condições para que os planos da esposa e mãe sejam executados sem dissabores. Difícil? Se vira! Para isso você é o "homem da casa". 

Quando ressalto aqui o papel de provisão, não estou reforçando nenhum pensamento machista. Como dizem as feministas. Se há condições favoráveis para que a mulher possa trabalhar, colocar dinheiro em casa, decidir se compra o Fusca ou a Ferrari, ótimo, que o faça. Cada família é uma realidade. O que não dá é para consentir com a ideia de vagabundo em casa criando barriga e mulher no tronco para manter o ócio de pilantra. 

Ser homem, de verdade, considerando o núcleo familiar, implica, sim, cuidar da mulher de modo que ela se sinta protegida, amada, amparada, estimulada, incentivada, elevada, cortejada. 

Ser homem, de fato, não implica em se recusar a dar um beijo no filho, porque ele entrou na puberdade, mas agarrar e por no colo sem nenhum preconceito imbecil.

Ninguém vai perder a masculinidade por entrar em uma floricultura e sair carregando um buquê mesmo que não seja data de aniversário de casamento ou da esposa. Os dias não se tornam especiais por causa da combinação de algarismos, mas pelas atitudes que você tira da intenção e torna ação.

Isso é simples. Não precisa de nenhum doutor em qualquer excrecência hipoteticamente humanista para dizer o óbvio. Está ensinado, exemplificado, largamente comprovado na Bíblia Sagrada. O mesmo livro que acadêmicos imbecis insistem em negar a superioridade produzindo todo lixo que chamam de conhecimento. 

Enquanto os sabedores-de-tudo tentam zombar dos valores divinos, enquanto rejeitam o padrão para a família presente nas Escrituras, as soluções dos "achólogos" que descartam ao Criador simplesmente falham, porque são tão podres quanto suas mentes. São tão fracos quanto suas estruturas físicas. São tão infrutíferos quanto solo arenoso.

12 de abril de 2017

LISTA DO FACHIN: PROGNÓSTICO PESSIMISTA

Passei nas páginas de Facebook de alguns dos citados na "Lista do Fachin". Encontrei desde discurso do "vou provar minha inocência" como Aécio Neves (PSDB-MG) e Celso Russomano (PRB-SP), até menção a outras reuniões, audiências como se nada tivesse acontecido, caso das senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Lídice da Mata, (PSB-BA), e do deputado Rodrigo Garcia (DEM-SP), licenciado como secretário de Habitação do Estado.


Como a tal lista inclui gente de diversos partidos e de todas as ideologias, parece que estão apenas armando um esquemão no qual se um tiver o depoimento do delator anulado, os outros vão entrar na fila, buscar benefício similar e, com isso, todos poderão dizer: "Viu? Fui acusado, mas o processo arquivado, porque sou inocente".

A convergência de forças já é algo que está delineado e que, para sobrevivência, inimigos podem fazer as pazes nem que seja por um tempo. Afinal, somando senadores, deputados, ministros e governadores são 84 cabeças de 14 legendas (quase metade dos partidos em funcionamento no País).
Com distribuição democrática, a lista inclui, do PT - 18 cabeças; PMDB - 17; PSDB - 13; DEM e PP, aparecem com 7; PR, PSD e PSB, 4 cada; PRB - 3; PPS e PCdoB, 2; PTC, PTB e SD, 1.

INCREDULIDADEAo invés de me animar, toda essa pantomima está me fazendo enveredar pela descrença. Infelizmente, vislumbro a Lava Jato indo pelo ralo como hoje desejam e trabalham:
1) políticos de diversas legendas por múltiplas razões;
2) parcela expressiva do jornalismo de esquerda (embora jurem neutralidade) porque seus padrinhos sustentadores estão sangrando;
3) advogados que enxergam o juiz Sérgio Moro como demônio da magistratura;
4) Outros juizecos que não conseguem os mesmos "15 minutos" de fama do paranaense.
Estou pensando em limpar cocô de cavalo na Europa.

9 de abril de 2017

PROTECIONISMO TRABALHISTA É CÂNCER SOCIAL





Boa parte dos zumbis sociais que ficam berrando por direitos trabalhistas, não à terceirização ou reforma da Previdência se combinam com servidores públicos de carreira (amparados pela famigerada e lesadora ESTABILIDADE), para roubar os cidadãos.


A novidade mais fresca, e não será a última, é que ao menos R$ 120 milhões deixaram de ser pagos a LAMBARIS CORRUPTOS que, em algum momento, podem passar pela metamorfose e virar TUBARÃO.


Enquanto isso, uma manada de gente que se diz culta, e ostenta indevidamente o título de professor, continua entulhando a mente de crianças, adolescentes e jovens com as teorias de um vagabundo que era sustentado pela mulher, nunca trabalhou na vida e jurava de pé junto que entendia tudo sobre remuneração, trabalho, trabalhador, empregador, linha de produção etc.


Nunca é demais lembrar: 
os políticos (TUBARÕES CORRUPTOS) emergem do povo.

Ora, se uma parte da massa está em putrefação moral e ética, outra diz que não faz, mas concorda com os pilantras, outra parte acha que não tem jeito e uma minoria acredita que é possível ter sucesso sem tirar nada de ninguém, como extrair bons políticos de produtos dispensados pelo intestino grosso?


Desenhando: CIDADÃOS BRASILEIROS são aqueles que se ocupam em estudar, buscar qualificação continuamente, trabalhar (muito e duro), produzir, gerar riqueza, pagar todas as suas obrigações impostas pela lei ou por livre escolha do consumo e não tirar nada de ninguém sob pretexto de justiça social. O resto é zumbi sanguessuga.


CONFIRA REPORTAGEM:
JORNAL BOM DIA BRASIL | 7 DE ABRIL DE 2017

<http://bit.ly/ReformaDaPrevidenciaJah>

27 de março de 2017

EMOÇÃO x EMOCIONALISMO

Esta semana, deparei-me com alguns vídeos no YouTube com chamada de um "mendigo que surpreende igrejas e faz fogo cair na igreja".

O começo do enunciado atrai, o final "faz fogo cair" é de causar riso, para não dizer ira. Ao assistir 3 vídeos para não correr o risco de ser injusto a ira não diminuiu. Não costumo entrar em embates desta natureza, mas desta vez confesso que mexeu com meus brios.

A ideia da encenação --tratar o necessitado com amor-- é antiga, apenas o suporte --rede social-- é novo. Entretanto, o problema aqui não está no número teatral e, sim, no embuste de espiritualização.

Fui criado na igreja evangélica. Na adolescência, tive meu encontro pessoal com Cristo. Sou pentecostal por convicção. Creio na atualidade dos dons espirituais para a igreja hodierna e não apenas para os crentes do primeiro século.

Entretanto, a variedade de línguas não é um instrumento para manipulação do homem --o que se vê nestes vídeos-- e, sim, um dom para edificação da igreja para casos coletivos com a devida interpretação, também dádiva do Espírito Santo. O mesmo dom é útil para edificação individual. Neste caso, não precisa ser suprimida, mas também não deve ser usada como "patente-de-mais-comunhão".

Vi três vídeos deste irmão e para meu espanto, o que ele sugere como "variedade de língua" é usado no mesmo momento da música em duas apresentações. Sendo que com algum esforço é possível perceber uma repetição no que estaria sendo dito de modo "sobrenatural".

Outros vídeos onde a glossolalia é repetida no mesmo compasso da música.
<https://www.youtube.com/watch?v=cswAfJLeazA>
<https://www.youtube.com/watch?v=UCe5Pm4WxKk>
<https://www.youtube.com/watch?v=ODjLLobog7U>

Não houvesse este desrespeito a um assunto tão sensível: um dom do Espírito Santo, a proposta suscitaria crítica, mas certamente teria outro viés.


A ZONA COMO NORMALIDADE (parte 1)

Testemunhamos um momento que, pela sucessão de acontecimentos, alguns já rotulam como histórico. Do lado mais otimista, temos o olhar de quem acredita numa elevação no grau de politização do brasileiro. Do outro, meu caso, vemos apenas uma elevação do caos como algo normal.

Os entusiasmados, mencionam as manifestações como do dia 13 de março de 2016 contra a corrupção e, obviamente, contra tudo o que representa os governos petistas em todas as esferas e contra outros governos como tucanos, pmdebistas, e afins nas esferas estaduais e municipais.

Quando o Brasil parou para acompanhar a votação de admissibilidade do processo de Impeachment na Câmara dos Deputados, no dia 17 de abril, também houve quem festejasse em função de não se ter registros de confrontos entre favoráveis e contrários ao processo. 
O entendimento de pessoas como Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, foi de que a ausência do confronto estaria sinalizando para uma maturidade democrática da população. Contudo, tenho cá minhas objeções sobre o tema. 
A falta de confronto na madrugada de 18 de abril foi decorrente da ausência de alguma ordem de comando da gangue vermelha para o ataque.

Como estavam aturdidos com a acachapante derrota, os ditos "movimentos sociais" ficaram sem saber que ordem dar. Esta gentalha, na verdade, não passa do ajuntamento de manipulados ou manipuladores. 
Na essência, vândalos capazes de repetir qualquer bordão, palavra de ordem que tenha sido ordenado no ajuntamento da caravana regada a pão, mortadela e Tubaína (ou equivalente de cada região do País).

Além da balbúrdia em Brasília, estabelecimentos educacionais cariocas e paulistas foram invadidos por grupelhos de moleques que, de repente, se tornaram heróis de uma resistência cívica (nojo!) para uma parcela que os aplaudem e deixa evidente que são tão idiotas quanto os novos "heroizinhos-de-última-hora".
Ora, mas como eu posso ser contra tanta consciência política? Simples! Não há consciência alguma. O que há são políticos oportunistas querendo criar cortina de fumaça em diversas situações.

Em São Paulo, a ladainha da CPI da Merenda, tão reivindicada por alguns opositores de Alckmin, tinha como foco apenas a Secretaria de Estado da Educação. Descaradamente, queriam ignorar ou fazer de conta que não viram os governos municipais citados na denúncia do Ministério Público Paulista. 
Ora, de 645 cidades de São Paulo, 22 aparecem na lista do "desvio da merenda". Dentre elas, a imaculada (só que não) prefeitura petista de São Bernardo do Campo. Uau! E por que tanto holofote apenas no Picolé de Chuchu?

Os imbecis úteis que ocuparam escolas estaduais e o Centro Paula Souza não foram informados (ou fizeram questão de acobertar) que na ladainha da merenda há membros de oito partidos, a saber: DEM, PDT, PSDB, PSB, PSDC, PSD , PT e PTB.
Ah! Mas eu sou contra a merenda para os pobres estudantes? Claro que não. Eu mesmo comi, algumas poucas vezes, quando estudei no Colégio Estadual 15 de Outubro, em 1994.

A minha pergunta é: das 645 cidades paulistas, quantos estudantes hoje estão sem merenda? Se houvesse o horror que querem vender, não seria o caso de que ocorressem protestos em pelo menos 400 cidades do Estado, jogando por baixo?
Sou do tempo que adolescente investia horas sentado em salas de uma biblioteca pesquisando nos livros para responder atividades aplicadas pelos professores na aula anterior. Eu mesmo convivi muito com pó e ácaro de livros velhos e sobrevivi.

Adolescente que se preza, primeiro, aprende a arrumar a cama, lavar a própria cueca ou calcinha, usar o dicionário, respeitar pai, mãe ou qualquer outro que tenha tutela sobre ele para, depois, passar a disputar espaço político e querer ditar regras.
Ah! Não concorda comigo? Não tem problema. Não escrevo para vender.


SOU CANDIDATO

Como a lama densa está sendo exposta de forma implacável, não adianta dizer que ninguém presta. EU PRESTO e conheço outros tantos de pessoas que prestam. Então, mais que lamentar, precisamos nos apresentar para a guerra.


Como candidato, já aviso: não vou alisar com nenhum safado(a) seja rico ou pobre, que venha pedir dinheiro para churrasco, viagem, torneio, velório, reforma, contas atrasadas entre outras patifarias.


Claro que isso vai me tornar inimigo de muita gente, mas o que falta na política brasileira é o mínimo de verdade. Sem dissimulações, tapinhas nas costas.


Meu número na urna? Não tenho. 
O texto acima foi só para provocar.


Sou apenas um candidato a não ser mais tratado como otário seja isso tentativa de pessoas com cargo eletivo ou não. Afinal, TODOS SÃO POLÍTICOS.


EM DEFESA DO "MACHISMO"

Eu topo a "igualdade" entre as mulheres e homens no tocante a salário. Afinal, são tão inteligentes quanto os homens. Só não admito essa prosa "feminazi" de "mais" inteligentes. Assim fosse, em 21 séculos de invenção do código escrito, elas não estariam patinando por coisas que Cléopatra já conseguiu há "poucos dias".

Mas se vamos tratar como "iguais", parem de querer que eu abra a porta do carro e puxe a cadeira para que entrem ou sentem.
Parem de dizer que mulher não pode andar sozinha depois das 20 horas, porque é perigoso. Enfia a cara e enfrenta a selva.
Quer igualdade, então, não vem com essa de que no busão os portadores de órgão genital externo, precisam levantar para quem os tem embutido.

Se querem a igualdade, suportem o esporro do chefe, sem as recorrentes lágrimas. Se querem igualdade, não quero nem saber que sangram todo mês e têm alteração de hormônios. Aprendam a teatralizar e finjam que nada aconteceu.

Como bem pode ser que não entendam a ironia, estou colocando alguns fatores que, para minha visão "machista", inviabiliza o tratamento da mulher como se fosse homem.

Minha formação cristã consolidou na minha cabeça que devo tratar a mulher como vaso mais frágil. Para os aloprados de plantão vale a pena lembrar que o conceito é de fragilidade, delicadeza, que inspira cuidados no trato.

O princípio foi dado por alguém que era "machão" na perspectiva social, que foi o apóstolo Pedro, mas que em algum momento da vida aprendeu, cresceu e melhorou como é passível de ocorrer a qualquer ser humano.

Cabe aos homens o dever de proteger a mulher, sim. Se sou casado, terei de fazer isso com minha esposa. Se sou solteiro, tenho irmã de sangue e de fé, amigas, colegas, primas, sobrinhas, vizinhas, enfim, toda e qualquer mulher que cruze minha história, será tratada com o respeito, delicadeza e instinto de proteção que a natureza embutiu em todo e qualquer homem que se preza.

A mulher que se preza, por sua vez, não faz beicinho, nem adota discurso de ideologia duvidosa se algum homem entrar em sua defesa, contra algum vagabundo que queira cometer qualquer abuso de ordem sexual ou de qualquer outra natureza.

Por mais que seja bestial, infelizmente há indivíduos que nem mais procuram os guetos para seus abusos e colocam em risco as mulheres em uma plataforma lotada de uma linha férrea ou no apinhado vagão de um trem, ou no "conforto do aperto" de um ônibus.

A sociedade precisa, sim, do machismo. Não o que impõe pânico à mulher, mas o que a protege. O machismo que coloca vagabundo no seu devido lugar por bem, ou por mal.


NÃO ACREDITO EM MAIS CONSCIÊNCIA POLÍTICA

Como estamos em ano de eleições municipais, cada "grupo" social adota um tipo de discurso. Para terem um tom mais palatável, a classe política diz acreditar que existe uma parcela da população que está mais consciente e, em função disso, deve ocorrer uma melhoria dos nomes eleitos para o próximo mandato.


De outro lado, existem os arautos da revolução e consciência que nunca acontece. A mesma que foi prometida no Orkut de 2004, e que todo ano eleitoral é pregada no Facebook. Ainda tem gente que mede as coisas pela quantidade de likes em fanpages.

É aquela conversa fiada de 'o gigante acordou', 'povo está esperto', 'ninguém engana mais' blá blá blá. Todo este falatório não recebe nenhum crédito de minha parte. E nem me importo de ser minoria. Digo isso porque a realidade que fazem questão de fingir não existir ou ensaiam uma boa cara de paisagem para fingir surpresa é que a tal parcela de gente "consciente", "politizada", "com vergonha na cara", é mínima, exígua, parca, insuficiente para, de fato, causar influência real.


A pregação da tal consciência é tão mentirosa que os levantamentos preliminares apontam um percentual ainda maior de intenções pela abstenção, isto é, não votar, ou pelos brancos e nulos.


O pior é que há uma multidão de imbecis que escarram nas redes sociais que votar nulo é a melhor saída. Numa hora dessas, cai como uma luva a declaração ácida e irrefutável do escritor italiano (e muitas outras coisas), Umberto Eco, que declarou sem titubear: "As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel. O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade".


Ora, se a tal consciência política fosse, de fato, uma realidade, teríamos um número crescente de pessoas dizendo que quer participar e fazer isso com qualidade. 
Além de optar pela participação, um real aumento da consciência política, faria com que os cidadãos com clareza buscassem estimular mais pessoas ao exercício da cidadania. Porém, não é isso que ocorre.


Nos escombros de tudo isso, o que se lê nos perfis de diversos candidatos são pedidos descarados de ajuda exclusivamente pessoal. Pedido de dinheiro para uma amiga de Minas Gerais que precisa vir a São Paulo para cuidar da desvalida que não tem ninguém no raio de 50km que possa ajudá-la em um momento de enfermidade (versão mexicana da desgraça).


Outra idosa, de quem se poderia esperar algum traço de sabedoria dizer: 'Voto em quem me der a cesta básica'. Ao ser advertida por um candidato de que não pode barganhar o voto, a pessoa, no alto de sua 'xucreza' repete as mesmas palavras como se fosse uma coisa boa.


Também passaram a adotar uma nova hashtag "#FulanoMeContrata". Na cabeça desta gente, os políticos ou são donos de empresa de recursos humanos, ou então, donos de fábricas e/ou de pontos de venda de calçados, roupas, alimentos, carros, aviões etc.


Recentemente, vi um apelo para que um pré-candidato ajudasse a resolver o problema de saúde de uma certa família. No final da mensagem a infame completa: "Na minha casa tem 30 votos".
Outra abre sua boca de esgoto para dizer: "É para ter minha ajuda tem que ajuda primeiro estou pra ser despejada de onde eu moro. E ai, como fazer? Sem emprego, sem seguro, sem nada. Preciso muito da ajuda de vocês. Ajuda-me que te ajudarei com meu voto.".


Ah! Faça-me o favor! E ainda querem que eu acredite que existe mais consciência política? Blefe. Mentira. Engodo. 
No meio desta panaceia ainda tem os pseudos-entendidos-de-tudo que ao reclamar sobre mil coisas consegue escrever "dessente" ao invés de "decente". Isso, sim, é uma indecência.


MEU PIRÃO PRIMEIRO

Na pegada da minha incredulidade que faria inveja até ao apóstolo Tomé, continuo a dizer o que muita gente não o faz por razões diversas.

Desdenho de chavões como: 'o gigante acordou', 'povo está esperto', 'ninguém engana mais', entre outras expressões piegas que querem vender uma sociedade madura, transformada, consciente, informada etc.

Não dou crédito a estas expressões porque ao considerar o comportamento dos cidadãos em diversas cidades com tamanho de populações bem diferentes o balanço da efetiva participação é pífio, miserável, risível, inexistente, inexpressivo, ridículo.


Considerando, por exemplo, as estimativas populacionais do IBGE para as cidades de Campo Limpo - 80 mil habitantes; Jundiaí - 401 mil; Várzea Paulista - 116 mil e Guarulhos - 1,3 milhão, poderíamos presumir que as sessões ordinárias das Câmaras Municipais que acontecem semanal ou quinzenalmente são acompanhadas por cidadãos conscientes e não por claques ou grupos organizados que só aparecem quando há algo de estrito interesse de sua categoria ou grupo.


Quando se compara o volume de pessoas que vociferam pelas redes sociais e a quantidade dos que, de fato, querem informação consistente, que querem apurar os fatos por conta própria, a piada já está pronta.
Alguém me dirá: 'Mas as pessoas estudam, trabalham, não têm tempo!'. Sério? Hum. Considerando 80 mil habitantes de Campo Limpo não é possível colocar 100 moradores a cada 15 dias para saber quais projetos estão em votação e o que, de fato, isso importa na gestão da cidade?


Se, no horário das sessões da Câmara campo-limpense passar em dez botecos (onde estão sempre os maiores especialistas #sqn) vai ter mais gente do que se inteirando dos rumos da cidade com base em fatos e, não, invenções e ilações.
Existe muita valentia e "informação" atrás de um computador. Coloco informação entre aspas porque recentemente leu-se pela enésima vez mais uma publicação dizendo que a represa de Atibaia iria abrir comportas e inundar Campo Limpo.


Claro que a vontade de checar informação para não difundir histeria é nula. E por mais que se desenhe insistem em dizer que se o Rio Jundiaí sobe do seu nível normal, é por causa da tal represa.
Se há preguiça para checar o óbvio, não é de esperar que seja diferente para se apurar as informações de ordem pública.
Todavia, estou convencido de que os que menos sabem, são os que mais falam sem qualquer preocupação em fundamentar de modo minimamente plausível qualquer argumento.


As afirmações são sempre com base na "certeza do achismo". 
Ou seja, nunca geriu, nunca administrou bem da própria casa mas, de repente, aparece como especialista em contas públicas. Há um sem número de "guerreiros da moral e dos bons costumes" que se for chamado para tomar café com o vereador ou entrar na sala do prefeito e for recebido sendo tratado pelo nome, pronto, logo vira uma "moça", por mais cara de Lampião que tenha.


Existe um sem fim de gente que berra, esperneia, sapateia, grita, vocifera, bufa, urra, por conta da iluminação pública que está precaríssima ou dos buracos que prejudicaram sua santa suspensão do veículo.


Se, contudo, o buraco na frente de sua garagem for tampado, e o super-entendido de gestão pública conseguir sair e entrar com conforto, não importa que faltem leitos nos hospitais, remédios nas farmácias, médicos nos consultórios, professor, higiene hospitalar, investimento em saneamento (água e esgoto), limpeza pública, coleta seletiva etc. Tudo estará maravilhoso porque o tal buraco foi tampado.


Como diria a minha avó, é a lei do "meu-pirão-primeiro'. Exemplifiquei com o buraco como exemplo hiperbolizado. Entretanto, se não tem piche para encher um buraco ou outro, sempre tem alguma possibilidade de colocar mais um sanguessuga na folha de pagamento da Prefeitura ou Câmara. Aí, de reclamante, boa parte passa a ser a mais feliz com qualquer gestão.


FISCALIZEM OS ELEITORES

Os pedintes fazem um expediente 
sistematizado. Conseguem identificar 
onde mora cada candidato. Para cada 
abordagem tem uma despesa diferente: 
água para um, luz para outro, telefone, 
internet, gás, crédito para celular, combustível.
Se o cara que topou pagar algo para este 
tipo cretino de gente for eleito, ele apenas 
estará se ressarcindo das extorsões 
praticadas em nome do vitimismo 
e justificadas pela preguiça.


DE REPENTE, num estalar de dedos, num passe de mágica, saído da cartola do Mister M ou do chapéu do Mestre dos Magos, da Caverna do Dragão, eis que surge nas ruas um exército de especialistas em tudo. Sabem como resolver todos os problemas de uma rua, bairro, cidade e, se bobear, desbanca até a Dilma. Conhecem tudo de legislação, orçamento, receita, despesa, tributos, taxas.

Gente que faz um ensaio exaustivo na frente do espelho para forçar uma cara-de-conteúdo e perguntar nas redes sociais: 'Quar çeu prano de guvernu?' Pois é. Não estou falando dos candidatos a vereador e prefeito. Estou falando de eleitores.
Esta semana, ouvi o dono de um restaurante em Jundiaí elogiando a cerimônia de encerramento das Olimpíadas do Rio e dizendo que se os políticos no Brasil fossem melhores... Já interrompi antes de concluir e sem titubear alertei: "Melhorem os eleitores que, automaticamente, os políticos serão melhorados".

Políticos não vêm de Marte, emergem do povo. Temos aí uma parcelazinha que se vende como paladinos da "morau" e da "justissa", dizendo-se neutros (mas sempre atacando a alguém com intenções tão cristalinas quanto uma fossa séptica).
Além dos que se acham "miores-qui-todu-mundo" e que vivem para atacar e dizer que estão aí para fazer "controle social", tem aqueles que, com o mesmo ar de superioridade, dizem que não se importam com política, que não vota porque não vale a pena, que nada nunca vai mudar blá, blá, blá, mimimi, mimimi.

Curiosamente, porém, adoram fazer protesto em redes sociais quando há problemas no atendimento do posto de saúde, longa espera na emergência do hospital, falta de ambulância, falta de segurança, ruas escuras, sujas, playgrounds quebrados, merenda sem qualidade, material escolar que não é entregue etc etc etc.

Ora, se os seres não se importam com política e com políticos, por que ousam fazer verborragia contra as coisas que são arbitradas por eles? Se está lavando as mãos, logo, entende-se que não precisa dos serviços públicos. Alegar que paga impostos e, por isso, pode cobrar é engodo retórico, pois todos pagam ou, em tese, têm de pagar.

E se dão de ombros com defesas estapafúrdias por voto branco, nulo ou abstenções, logo, não têm legitimidade para cobrar nada de nenhum gestor eleito. Quem pode cobrar com legitimidade é quem se arrisca nas escolhas políticas.
Qualquer postulante não eleito tem crédito para cobrar o que quiser dos eleitos. Pois se arriscou. Foi para a rua. Apresentou propostas. Se expôs ao escrutínio do eleitorado.

Considero-os legítimos para reivindicar o que e quando quiserem, aqueles que se submetem a ficar ouvindo a penca de eleitores que merecem ser denunciados. Fiquei louco? Não. Há um modismo de denunciar candidato por coisas imbecilizadas que, infelizmente, estão inseridas em leis igualmente débeis.

Entretanto, mais que candidatos cretinos, em quantidade respeitável, existem eleitores medíocres. Gente que integra o elemento pitoresco do caldeirão eleitoral: os pedintes.
Gente especializada em identificar comitê e saber com quem fala para conseguir o busão fretado para a caravana da igreja, o conjunto de camisa novo para o time, a locação da van para sepultar o tio avó do primo da cunhada a 700km de distância. Tem, também, os que querem dinheiro para quitar as dívidas na escola particular da filha está e que, como a instituição é muito boa, não quer tirar o rebento de lá.


23 de março de 2017

SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO

A despeito da turba contrária EU GOSTEI DA APROVAÇÃO.

Se PT, legendas acessórias, penduricalhos ideológicos, professores da USP, Unicamp,  Puc e qualquer outra concentração de acadêmico (sic!) esquerdopta são contra, então, é bom.

Tem uma peãozada espumando por "direitos" e alegando serem vítimas da terceirização. Pau no gato. Abram seus CNPJ's e vão disputar mercado com quem não inventa desculpa da inflamação de cabelo para não trabalhar e, ainda assim, achar que está se dando bem nas costas do "trouxa" do patrão.

Sindicatos são contra? Hum... será que eles percebem a possibilidade de reduzir receita com aquela FACADA COMPULSÓRIA que aparece nos holerites e ninguém sabe onde vai parar?

Os populistas dirão: 'Ah, mas tem muita gente do povão contra'. Para quem pauta decisões pensando em urnas é algo a ser considerado. Quem, no entanto, pensa a república e tem algum compromisso sério com o futuro, não vai se abalar por gritaria. 

A voz do povo, não é a voz de Deus. É apenas mais uma voz.

Há 2 mil anos, foi a voz das massas que pressionou o império romano a crucificar um inocente. Seu nome? Jesus, de Nazaré. Logo, não sou seduzido, tampouco convencido por maiorias protestadoras de direitos e avessas a deveres.

Por 10 anos vi meu holerite sendo mordido pelo crocodilo chamado SINDICATO. Nunca consegui pegar um bronzeado ao menos em um clube de campo. E agora os sindicatos querem fazer circo? Ah! Vão se catar, aspones profissionais.

Ah! Tem juízes trabalhistas que não gostam da medida? Sugestão: usem metade de seus proventos para abrir uma pastelaria (coisa "simples").

Mostrem, na prática, como se aplica a lei em prol do proletariado. Se são sempre tão favoráveis a pinguços, malandros e afins, certamente serão verdadeiros paizões com esta mesma gente quando descobrirem o que é ser lesado por "vagabundo cheio de direitos" e avesso a deveres.

 
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