9 de dezembro de 2015

Obviedade academicista


Estão divulgando como novidade uma pesquisa que "concluiu" o óbvio: as pessoas que fazem as coisas em parceria conseguem manter o foco no objetivo proposto e alcançam melhores resultados!!! Meu Deus! Acabaram-se as guerras depois desta.

Se esses pesquisadores lessem a Bíblia, ganhariam tempo com algumas constatações. Afinal, o rei Salomão já escreveu há alguns MILÊNIOS:
"Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. 

Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante.
Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? 
E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa." (Eclesiastes 4.9-12).
Simples assim.

HÁ ESPERANÇA PARA QUEM SE ABRIGA NO ALTÍSSIMO


Hoje ao invés de protesto político preciso falar da razão da minha esperança.
Não sou de rasgar o coração em rede social, mas permitam-me fazer isso para que outros, quem sabe, serem estimulados pelo que afirmo.

Tomo esta resolução porque parece que estamos sendo forçados a nos atribularmos. Parece que tem um abismo de medo querendo nos engolir. Eu sei que isso está previsto nas Escrituras. Entretanto, viver um momento de aflição é diferente de ouvir falar dele.

Guerras, rumores de guerra, fome, a natureza em colapso. As disputas por terras e poder. A intolerância em nome de uma fé que não condiz com o céu prometido. A banalização da vida. A prevalência do ódio. A dominação do medo.
Sinto, porém, que há muito o que piorar. Não sei por qual ou quais caminhos estas dores virão. Entretanto, seja lá o que for, que sejamos encontrados fazendo algo que Deus sempre teve alegria em fazer conosco: conversar.

Por mais que a Bíblia Sagrada seja negligenciada, é nela que se apresenta um Deus que todos os dias, na viração do dia, fazia questão de ir conversar com sua imagem e semelhança. A isso chamamos oração.

Por uma escolha infeliz, isso foi interrompido em sua plenitude. Contudo, graças ao que Cristo fez no lugar de todos nós, ainda é possível experimentar um pouco desta alegria. Que busquemos forças nEle para aprendermos com nossas dores. Que tenhamos a resiliência necessária para não questionar "Por que, Senhor?", mas que possamos perceber o "para que".

Compartilho a seguir uma canção escrita por alguém que conseguiu se expressar de forma que eu não saberia.

Na oração encontro calma,
Na oração encontro paz
Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz
Falar com Deus, que privilégio
Abrir a alma ao Criador
Sentir que os céus estão abertos
E ouvir a voz do Salvador
Grande é o nosso Deus
E as obras que Ele faz
O Seu amor não tem limites,
Em Seu perdão encontro paz
Falar com Deus é o que preciso,
Pois Ele é fonte de poder
Só Nele a vida faz sentido,
Pois me dá forças pra viver
Grande é o nosso Deus
E as obras que Ele faz
O Seu amor não tem limites,
Em Seu perdão encontro paz
Na oração encontro calma,
Na oração encontro paz
Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz
Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz
Falar com Deus me satisfaz

Orgulho de...



Tem orgulho de ser corintiano, palmeirense, são paulino, santista etc? Pois bem, tenho orgulho de ser ‪#‎assembleiano‬.
Sugiro que os demais irmãos de outras igrejas não escondam sua alegria em ser ‪#‎batista‬, ‪#‎presbiteriano‬ ‪#‎quadrangular‬ ‪#‎ccb‬ etc.

Afinal, não chutamos ninguém quando um time preferido perde o jogo. Não enchemos a cara depois de uma vitória. 
Não fazemos buzinaço à meia-noite. 
Não causamos transtorno em trem e metrô com algazarra disfarçada de comemoração.

Se quero que os torcedores mudem? De jeito nenhum! Só não vou me calar diante de todos os palhaços que reclamam quando oramos coletivamente, fazemos culto ao ar livre (um direito que nos assiste) cantamos com vontade, frequentamos o culto quantas vezes por semana podemos.

Ao nosso modus vivendi, que não causa prejuízo a ninguém, há sempre um exército de imbecil, que se diz intelectual, mas não passam de um bando de aloprados, dizendo que somos fanáticos, loucos. Ora, porque não dizem o mesmo dos que espancam, depredam, incendeiam quer tenham ganho ou perdido uma partida?
Não gosta do meu pensamento? Faz favor: vaza da minha lista e bloqueia meu perfil. Sim. No que depende de mim, tenho paz com todos. Se você não quer, isso não é problema meu. É seu.

8 de dezembro de 2015

Estamos conectados


Assim como a música é um "idioma" universal para a alma, a lágrima, o sorriso e o olhar nos fazem saber que estamos mais conectados do que se possa imaginar. 

Não importa se é um índio na Amazônia, um aborígene na Austrália, uma muçulmana na Síria, um judeu em Israel, uma criança na Rússia, um idoso na China, um jovem na África. 

Se eles choram, riem ou apenas cruzam seus olhares conosco, sem qualquer palavra, entenderemos o que querem expressar e, se não pertencerem aos exércitos das trevas, teremos alguma empatia com eles. 

Isso, para mim, é mais uma evidência da ação do Criador que teve o cuidado de projetar em nós formas de comunicação que vão além das palavras.

Sei que Deus permite até que não se creia nEle. Entretanto, nas páginas das Escrituras Sagradas, não teve o menor interesse em contestar os imbecis que o fazem. Apenas os rotulou como "loucos". 

Por isso, desprezo, rejeito, tenho nojo, luto e lutarei sempre e com todas as forças para afrontar esta espécie. Como? Apresentando outros argumentos? Nem precisa. 

Basta-me reiterar de todas as formas, com todos os sons, tons e cores a minha fé neste Deus. Basta-me adorá-Lo pelo fruto dos lábios ou pelas atitudes públicas ou secretas.

Sim! Eu creio em Deus! E, ao contrário do que dizem os débeis ateus, isso não me desqualifica, não me diminui, não me enfraquece. Muito pelo contrário, sinto-me capaz, em crescimento e com força sempre renovada para cada novo dia.

Afinal, como muito bem disse o rei Davi: "Em Deus, faremos proezas".

Evangelho inclusivo

Enquanto um bando de abestados fica tentando achar algum mecanismo para realizar o que chamam de "igualdade racial", o maior movimento avivalista do Século XX, teve como líder um negro, no ultra-mega racista Estados Unidos. 

William Joseph Seymour (2.mai1870 – 28.set.1922) foi o instrumento de Deus para influenciar direta ou indiretamente líderes como: Daniel Berg (19.abr.1884 - 27.mai.1963) e Gunnar Vingren (8.ago.1879 - 29.jun.1933), fundadores das Assembleias de Deus, em Belém/PA; Aimee McPherson (9.out.1890 - 27.set.1944), fundadora da igreja Quadrangular, em Los Angeles; Luigi Francescon (29.mar.1866 - 7.set.1964), fundador da Congregação Cristã no Brasil em Santo Antônio da Platina/PR.

Enquanto tentam incluir por reforçar as diferenças, a verdadeira inclusão está em perceber as similaridades, valorizar as potencialidades de cada ser humano, independente do tom da pele ou formato dos olhos. Por essas e outras sou e sempre serei um militante contra estas políticas que chamam de "afirmativas" que querem apenas mascarar o desejo de hegemonia de miseráveis como os petralhas que, agora, se dizem arautos da inclusão de pretos.

Se quero agradar? Não. Gosto de contrariar.

SOBRE SER "MACHO"


Acho que não precisa ser doutor em nada, para entender que ser homem, de verdade, não implica em domínio, sujeição do sexo oposto, valentia, pancadaria ou coisa semelhante.
Ser homem implica, sim, em ser atencioso, zeloso, amoroso, respeitador, honesto, provedor (e não venham dizer que isso é machismo), idealizador e viabilizador de um ambiente familiar onde reina confiança, carinho, segurança, crescimento, amadurecimento.

Acerca do papel de provedor da família, ninguém tira da minha cabeça que o macho tem, sim, a obrigação de pensar em dar casa, comida e roupa lavada. Porém, vem mais que isso. Cabe ao homem pensar que seus filhos e esposa precisam de lazer. A viagem de férias, os almoços ou jantares fora de casa, a ida ao parque, não é coisa só para a mulher pensar. Por razões divinas elas detém, sim, habilidades especiais para essas questões, mas isso não quer dizer que a carga é só delas.

Reconheço que elas pensam melhor em onde ir, como ir e o que fazer. E caberá ao homem que pensa e presta, dar todas as condições para que os planos da esposa e mãe sejam executados sem dissabores. Difícil? Se vira! Para isso você é o "homem da casa".
Quando ressalto aqui o papel de provisão, não estou reforçando nenhum pensamento machista. Como dizem as feministas. Se há condições favoráveis para que a mulher possa trabalhar, colocar dinheiro em casa, decidir se compra o Fusca ou a Ferrari, ótimo, que o faça. Cada família é uma realidade. O que não dá é para consentir com a ideia de vagabundo em casa criando barriga e mulher no tronco para manter o ócio de pilantra.

Ser homem, de verdade, considerando o núcleo familiar, implica, sim, cuidar da mulher de modo que ela se sinta protegida, amada, amparada, estimulada, incentivada, elevada, cortejada.
Ser homem, de fato, não implica em se recusar a dar um beijo no filho, porque ele entrou na puberdade, mas agarrar e por no colo sem nenhum preconceito imbecil.

Ninguém vai perder a masculinidade por entrar em uma floricultura e sair carregando um buquê mesmo que não seja data de aniversário de casamento ou da esposa. Os dias não se tornam especiais por causa da combinação de algarismos, mas pelas atitudes que você tira da intenção e torna ação.

Isso é simples. Não precisa de nenhum doutor em qualquer excrecência hipoteticamente humanista para dizer o óbvio. Está ensinado, exemplificado, largamente comprovado na Bíblia Sagrada. O mesmo livro que acadêmicos imbecis insistem em negar a superioridade produzindo todo lixo que chamam de conhecimento.

Enquanto os sabedores-de-tudo tentam zombar dos valores divinos, enquanto rejeitam o padrão para a família presente nas Escrituras, as soluções dos "achólogos" que descartam ao Criador simplesmente falham, porque são tão podres quanto suas mentes. São tão fracos quanto suas estruturas físicas. São tão infrutíferos quanto solo arenoso.

Como não tenho nenhuma intenção em formar o Clube da Concordância, reitero que se não gosta do que digo, ou bloqueia meu perfil ou sai da minha lista. A solução é simples. Tenha certeza, porém, que a minha expressão ninguém impede de ser conhecida.




ORGULHO DE...

Tem orgulho de ser corintiano, palmeirense, são paulino, santista etc? Pois bem, tenho orgulho de ser ‪#‎assembleiano‬.
Sugiro que os demais irmãos de outras igrejas não escondam sua alegria em ser ‪#‎batista‬, ‪#‎presbiteriano‬ ‪#‎quadrangular‬ ‪#‎ccb‬ etc.

Afinal, não chutamos ninguém quando um time preferido perde o jogo. Não enchemos a cara depois de uma vitória. 
Não fazemos buzinaço à meia-noite. 
Não causamos transtorno em trem e metrô com algazarra disfarçada de comemoração.

Se quero que os torcedores mudem? De jeito nenhum! Só não vou me calar diante de todos os palhaços que reclamam quando oramos coletivamente, fazemos culto ao ar livre (um direito que nos assiste) cantamos com vontade, frequentamos o culto quantas vezes por semana podemos.

Ao nosso modus vivendi, que não causa prejuízo a ninguém, há sempre um exército de imbecil, que se diz intelectual, mas não passam de um bando de aloprados, dizendo que somos fanáticos, loucos. Ora, porque não dizem o mesmo dos que espancam, depredam, incendeiam quer tenham ganho ou perdido uma partida?

Não gosta do meu pensamento? Faz favor: vaza da minha lista e bloqueia meu perfil. Sim. No que depende de mim, tenho paz com todos. Se você não quer, isso não é problema meu. É seu.

APRENDIZADOS EM MEIO AOS DILEMAS

Esse "cara", Dezembro, chega com mala de partida. Mas não é porque é o último do ano que se torna o mais tranquilo. Muito pelo contrário, acaba sendo o de maior correria, para os normais, e de histeria, para os desequilibrados.

Já sofri (e muito) quando este "cara" chegava. Irrita-me a procrastinação de tudo para o próximo ano, aliás, para depois do Carnaval. Irritava-me em maior grau (hoje menos) a sandice consumista onde todo mundo corre e não sabe exatamente para fazer o que. Irritava-me como a prevalência das atividades é comer e ficar ocioso, ao invés de aprofundar comunhão e aprimorar a produtividade.
Como isso é maior do que eu e não vou mudar o comportamento das massas, mudei eu. 

Continuo não sendo um amante desta reta final do ano. Todavia, passei a relevar seus dissabores e tentar encontrar algum sabor. Acabei encontrando: passei a ponderar que Dezembro é o mês das conclusões. Não dos encerramentos. Conclusão da etapa. Conclusão do curso livre. Conclusão da faculdade. Conclusão da construção. Conclusão da reforma.
Focando na conclusão da "etapa", logo se sabe que não é o fim, que o curso continua, a construção ou reforma da casa também. 

Por mais que não esteja concluído o todo, considero que é importante celebrar a conclusão da parte.
Ponderar o quanto se progrediu, avançou, planejou e executou. Avaliar se procrastinamos muito ou pouco ou, se em caso de amadurecimento pessoal e profissional, aprendemos a não procrastinar.
Nesta pegada de aprender a ser menos pessimista com o sr. Dezembro, compartilho os álbuns de duas conclusões. A formatura do CEPEC 2015 e Cantata de Natal da Umadju, ambos eventos realizados na Assembleia de Deus de Jundiaí, no Vianelo, nos dias 4 e 5. Foram registros que pude fazer pela terceira vez no caso da formatura e quinta no caso da cantata.
Estou contente comigo mesmo, por não ter perdido o prazer em me emocionar junto com os formandos pela conclusão do curso, para ser um evangelista de crianças hábil no uso de ferramentas que auxiliam na apresentação da mensagem mais poderosa: o evangelho.

Celebro o fato de continuar sensível a ouvir pela milionésima vez uma narrativa cantada sobre o nascimento do Salvador e ainda sentir o coração arder em alegria e os olhos verterem lágrimas pela consciência de ser alvo do maior plano da História: a redenção do homem.
Enfim, o sr. Dezembro vai passar e levar consigo os outros colegas. Ficará comigo, porém, todo o conhecimento, um tesouro que, felizmente, posso chamar de meu.


ESQUERDOPATAS DEFENDEM O MAL

Em Porto Alegre, 4 vagabundos sendo 3 "indefezus" menores de 12, 15 e 17 anos, e mais um especialista em banditismo de 41, cercam uma mulher de 33 anos tentando arrancar-lhe a mochila. A vítima é jogada no chão, puxada pelos cabelos. Quando dois homens surgem no cenário para socorrer a mulher, fogem.

Onde está a palhaça da Maria do Rosário e sua gangue esquerdopata que dá a estes BANDIDOS MENORES DE 18 a regalia de ser tratada como vítima do sistema?

Se não têm maturidade para responder pelos seus atos atrás das grades, também não sabem o que estão fazendo quando deliberam um ataque deste porte?

Bandido é bandido independente da idade. 
Perdão quem dá é Deus. Prisão, os homens.

ELES ESTÃO TOMBANDO

Por um tempo, 12 anos, os esquerdopatas conseguiram desgraçar a Argentina. Há 16 anos, os mesmos esquerdopatas estão destruindo a Venezuela numa desgraça ideológica que chamam de revolução bolivariana. No Brasil, em 13 anos, a esquerdopatia já deu as evidências de toda sua eficácia na habilidade da destruição.

Enfim, na Argentina, se livraram da bruxa amiga da Jagunçona. Na Venezuela, as eleições legislativas fizeram prostrar os imbecis que dizem se importar mais com pobre do que os marcianos. Com isso, o presidente que se guia por um defunto e é íntimo de Lularápio e Marionetona, também está com seu trono ameaçado.

Felizmente, as intenções de ditadores vermelhos do Foro de São Paulo estão ameaçadas. Isso não é o fim da guerra. Tampouco a cura do câncer que esta desgraça ideológica representa. Mas é um bom sinal de que não são imbatíveis.
Esta gangue vermelha liderada por Boulos, Stédile, Lula, Maduro, Kirchner e demais expressões do mal, são barulhentos como siri na lata, dissimulados como camaleão, consumidores de lixo como urubu. Todavia, barulho, hipocrisia e lixo sempre pode ser vencido por trabalho, verdade e faxina.

 
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