1 de dezembro de 2011

Natal é prova de amor

Encarnação de Cristo foi evidência de amor divino

Foto: Manoel Pimentel Medeiros [clique aqui para visitar galeria]

O anúncio de nascimento com maior antecedência na história da humanidade foi o de Jesus, Filho de Deus. Isaías, conhecido como profeta messiânico pelo volume de profecias específicas sobre seu caráter e missão, anunciou o momento que o Verbo se tornaria carne com mais de 700 anos de antecedência.
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu: o principado está sobre os seus ombros e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz." (Is. 9:6)
O apóstolo Paulo em sua carta direcionada aos cristãos na cidade de Roma escreveu algo interessante: "Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rom. 5:8).
Entre tantas outras colocações do apóstolo, esta chama a atenção de forma especial, pois ele usa a expressão "prova o seu amor". Pensando friamente, podemos questionar: Deus, Criador de todas as coisas, teria necessidade de provar alguma coisa? Evidente que não!
Ele não deixaria de ser o Todo-Poderoso caso desistisse de enviar o Messias para morrer no lugar do homem levando seus pecados. Entretanto, vem dEle o exemplo máximo a nós –feitos à sua imagem e semelhança– para aprendermos que, se dizemos amar, não podemos fazê-lo apenas por palavras. 
João, conhecido como apóstolo do amor, muitos anos depois da carta aos romanos, escreveu: "Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade". (I Jo. 3:18)
O Natal é um momento do ano que deve nos conduzir a uma reflexão na prova máxima do amor de Deus de ter enviado a Jesus como ápice do plano de redenção. Não é sem propósito que o texto áureo das Escrituras revela: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo. 3:16)
Graças à expiação de Cristo não precisamos nos flagelar ou morrer no lugar de ninguém, pois ele fez isso por nós. Contudo, podemos sempre agir em favor de quem dizemos amar. Essa ação vai desde não se negar a prestar socorro em um momento de necessidade, até usar a fé que dizemos ter e orar em favor de quem dizemos amar.
Todo o processo da encarnação de Jesus, nascimento num estábulo, sua vida como homem do povo, sua vivência na cidade remota de Nazaré, sua profissão de carpinteiro e a realização de um ministério em que dizia abertamente ter vindo em favor dos excluídos dão ênfase no amor praticado e semeado em larga escala.
Isso credenciou o Messias a ordenar expressamente: "O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.". (Jo. 15:12).

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