13 de setembro de 2012

Rato é sempre rato

No post anterior, falei sobre "Estratégias de mentiroso e incompetente". Na abordagem, disse que o mentiroso e incompetente é sempre um indivíduo que só resolve aparecer quando você está em ação. Recapitulando: "Quando seus feitos ficam mais evidentes que o dele ou dela, logo o radar do mal entra em ação e a mente perversa começa a arquitetar toda sorte de impropérios". Também mencionei que outra forma de atuação é dizer que as coisas que você faz, não presta. Aqui, cai bem o adágio que "quem desdenha, quer comprar".

No mesmo artigo, também afirmo que "o incompetente e mentiroso se apoia nas deficiências de quem se opõe a ele, ao invés de apresentar suas ações e propostas". No texto completo, em nenhum momento, menciono qualquer coligação da campanha eleitoral. Entretanto, alguém para quem a carapuça serviu com perfeição, de novo anonimamente, fez o comentário a seguir no meu blog:

"A casa caiu meu amigo,voce tem todo direito de defender seu candidato.Mas a ficha do sujeito e longa,vai ate Santos de onde ele e seu amigo hashimoto,nunca deveria ter saido.Esta eleição vai demonstrar o lado que o povo esta,dai vai ser so lamentação para tucanada.So comprando voto ou burlando a urna eletronica,para levar essa.Quero ver todos estes sujeitos na cadeia." [sem correções]

Curioso é que o candidato é um, mas os incompetentes de plantão na falência de propostas e miséria absoluta de ideias, insistem em tentar fazer um milagre que nem Deus faz: tornar duas pessoas em uma. Há um conceito teológico na questão do casamento e tal, mas é outra história. 
O fato é que uma pessoa é uma pessoa, outra pessoa é outra pessoa.

Em Campo Limpo Paulista, existe um esforço hercúleo para argumentar com os eleitores que um é igual ao outro. É a grande aposta da oposição, uma vez que um, o ex-prefeito Luiz Antonio Braz é conhecido pelo carisma e popularidade, e o atual prefeito, Armando Hashimoto, é estigmatizado como elitista. Entretanto, são dois indivíduos, dois períodos administrativos e, até onde consta de todos os registros civis possíveis, duas datas de nascimento, dois RG's, dois CPF's, duas famílias. Difícil entender isso, não é mesmo? Reconheço. Neurônio atrofiado é triste. 

Em uma evidente postura de gente desequilibrada e incapaz, o anônimo elabora argumentos para a derrota: 1) compra de votos; 2) burlar a urna eletrônica. Sobre a compra de votos, entendo que é um argumento que tenta reduzir a importância da maioria dos eleitores não corruptíveis. 
Infelizmente, a personalidade que aparece mais é a corruptível. Gente que barganha voto com conta de água, luz, telefone, gás, viagem, reforma, construção. Entretanto, esse tipo de gente tão podre e vil quanto quem paga as contas, não é maioria. 

Acredito, piamente, que temos mais pessoas com saúde civil, que pensam no coletivo e não no individual. A diferença é que entre o corrupto e o ético, quem tem mais mídia é o primeiro. Afinal, o crime sempre deu mais glamour do que a honestidade.

Quanto a burlar a urna eletrônica é uma possibilidade que, esta gente mesquinha, baixa, vil, ignóbil considera como a mais fácil do mundo. Aqui, desqualificam uma equipe gigantesca de técnicos, e agentes da Justiça que dão o melhor de si para que as eleições sejam realizadas com êxito. Nisso, tentam jogar na lama um processo eleitoral que tem reconhecimento internacional pela eficiência e velocidade.

Se é tão fácil burlar, alguém deve saber como fazer. Eu, felizmente, não sei. Não faço arruaça com resultado eleitoral desfavorável. Isso é postura de nobres. Agora, quem está abaixo da linha da mediocridade, precisa mesmo de um escarcéu para dizer que perdeu. Paciência.

Hoje, faço menção aos ratos porque eles são répteis que tipificam bem algumas pessoas que deixam sujeira por onde passam e, tal qual os roedores, só agem sob o manto da madrugada, sem mostrar a cara. Se você acende a luz na área de serviço, dá para ouvir o barulho da passagem, mas, raramente você consegue matar o rato.
Quando temos uma proliferação dos mesmos nos nossos quintais, sempre perguntamos: "quem fez isso?"  a resposta automática, mesmo sem ter visto, é: "foi o rato".

Embora não tenha nome, nem rosto sabemos de quem se trata. 
Uma coisa é certa: conseguimos identificar os ratos porque não são inteligentes o suficiente para apagarem seus rastros ou a calda fica à mostra.

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