O que se quer, depende do que se faz

O país que queremos, depende dos representantes que temos Há algum tempo recebi um e-mail com afirmações incômodas. Há apenas dez dias para que a sensação de satisfação ou arrependimento seja semeada pelo período de quatro anos, acho oportuno relacionar os tópicos que me parecem socos impiedosos no estômago, tal a frequência com que vemos o que é afirmado. Infelizmente, temos um grande número de patrícios que em maior ou menor medida, com maior ou menor regularidade já fizeram o que segue: 1) Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas; 2) Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas; 3) Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração; 4) Troca o voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura;...

Indignação

Frequentemente sofro com os processos eleitorais. Os motivos para isso são vários: poluição sonora e visual, sujeira nas ruas, caixas de correspondências entupidas, papéis, promessas, picaretagem profissionalizada e outras mazelas que são justificadas como 'parte do processo democrático'. A cada eleição, ao contrário do que alguns insistem em dizer, sinto-me remando contra a maré. Tenho a sensação de que ao invés de avançarmos no exercício desta tal democracia, tenho a nítida percepção de que paramos, ou, o que é pior, passamos a andar para trás numa velocidade incrível. O pleito deste ano parece que está reforçando meu sentimento de fraqueza, impotência, indignação e, talvez, da minha própria incompetência como cidadão. Os motivos para esse caldeirão de sentimentos são múltiplos. Vejamos:...

Quando aprender vira dom

Acredito, piamente, na igualdade de capacidades entre as pessoas. Independente de idade, sexo, raça ou qualquer outra diferenciação entre os seres humanos, todos são capazes de aprender. Pode ser que ocorra uma diferença de tempo e modo de aprendizado de um para o outro. Um pode captar mais informação pelo que ouve, outro pelo que vê, outro pelo que sente. Por isso, quando se está tentando ensinar alguma coisa a alguém é necessário tentar apelar com recursos que agucem a audição, a visão, o tato e, se possível, até o olfato e o paladar. Esses últimos, quando não é possível dar alguma coisa para cheirar ou experimentar, apelamos para a memória e dizemos algo como: "Lembra o cheiro de....", ou "Tem sabor de...". Os recursos para ensinar são...

A verdadeira esperança faz produzir

O dicionário Houaiss traz a seguinte definição para o verbete esperança: "sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que deseja". Ao contrário do que se defende por aí, a esperança não é um sentimento que induz ao comodismo e passividade. A verdadeira esperança impulsiona as pessoas para frente. Há um adágio popular com o qual tenho algumas restrições: "quem espera sempre alcança". Se esta espera é do tipo, 'vou ficar sentado até cair do céu', está errado! Esta espera que acomoda, provoca estagnação, improdutividade, dependência, entre outros problemas, além de trazer danos ao preguiçoso, tem consequências diretas e indiretas para as pessoas que o cercam. Quem está diretamente ligado ao preguiçoso –parentes, amigos, colegas de trabalho– são atingidos em cheio por sua espera...

A Dilma não é ruim, mas...

Apesar de dizerem que o voto é secreto, eu não preciso esconder que não votaria na candidata do Lula. Reconheço que faço parte de um grupo que está diminuindo. Pelos resultados das últimas pesquisas, corre-se até o risco da eleição plebiscitária ser decidida ainda no primeiro turno. Por termos um sistema político que privilegia a camaradagem, o tapinha nas costas e o sorriso amarelo, a esmagadora maioria dos eleitores ainda não tem maturidade para sentar, ler, ouvir todos os lados de uma eleição e comparar as propostas. Infelizmente, o que se ouve é: 'não vou votar pra perder', 'não voto em candidato que está atrás nas pesquisas' e outras sandices do gênero. Hoje, procura-se aplicar uma maquiagem na situação e dizer que todo mundo gosta da Dilma, que ela é linda, simpática (sic!),...

Candidato Quem?

No Brasil, a cada dois anos temos uma panaceia de coisas de políticos à nossa volta: discursos, fotos, jornais, panfletos, faixas, banners, cavaletes, placas, carros de som, animações na internet, torpedos etc etc etc, todos os meios e peças de comunicação possíveis acabam por invadir nossas vidas. Nem bem higienizamos a mente da enxurrada de baboseiras que se ouve nos comícios, reuniões, passeatas e outras ações nas eleições municipais, eis que surge um exército de gente que nunca vimos na vida dizendo ser o melhor cara para representar o povo ou o Estado, na Assembléia e Câmara Federal. O que chama a atenção, é o fato de que um número exacerbado de candidatos entende que o eleitor é um perfeito idiota. Basta colocar a cara maquiada num panfleto, dizer que é o novo "salvador da pátria",...

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