17 de outubro de 2012

Ser assunto é divertido

As eleições acabaram. Mas para uns e outros ainda existe a necessidade de ficar remoendo e tentando, repito, tentando irritar aos seus desafetos. Por uma honraria que ainda não consegui descobrir qual é, estou na lista de alguns. 
Ao contrário do que pensam os 'ditosos' senhores e 'distintas' senhoras, não tenho problema que repitam meu nome com argumentações tão pequenas e pobres quanto eles mesmos. Como diz um velho adágio: "quer falem bem, ou falem mal, o que quero é que falem de mim". Muito obrigado.
Após minha coluna da semana passada, tiveram a pachorra de entrar em grupos em redes sociais formados e sustentados pela "comunhão de ódios", como bem sinalizou José Carlos Noguero, para ataques de toda ordem a meu respeito. 

Como sempre dizem que não tenho a menor importância como colunista, não pensei que dedicariam tanto tempo para réplicas e tréplicas. Mas, o fizeram. Ao menos assim fica a constatação de que meus pronunciamentos não são inúteis como definem. Caso contrário, ignorariam cada vírgula, como eu passei a fazer com os mesmos.
Agora, que estou expondo isso, provavelmente, vão amarrar a mão à cadeira, babar e rosnar com o desejo de revidar, mas não o farão para ocultar o fato de que incomodei novamente.

Não bastando os ataques virtuais, no final da tarde de quarta-feira fiquei sabendo na passarela da Estação Ferroviária que estou com síndrome do pânico! Qua, qua, qua! Fiquei estupefato em ter sido diagnosticado sem ter passado por nenhum profissional de saúde metal.
O imbecil ou a imbecil que saiu com o comentário deve ter notado minha ausência na Prefeitura. Lisonjeante saber que estão monitorando meus passos. Não me viu? Não falou comigo? Pois é. Olha que chato: além de licença prêmio, ainda tenho férias para usufruir. O problema é inveja, não é mesmo? Lamento. Felizmente não preciso ter inveja de alguns futuros apaniguados que, agora, cantam de galo e cacarejam no terreiro. 

Estou ofendendo alguém? Se sim, quem? Vai ter coragem de usar a carapuça? Se o fizer, vai se assumir como galo ou galinha. Portanto, prenda a língua, amarre o bico. Há quem pule e grite como macaco numa arruaça afirmando que 'quebraram o bico dos tucanos'. Calma! Não pule da cadeira, se não vão saber que o macaco ou a macaca é você. Contenha-se!
Quanto ao tal diagnóstico de que estou com síndrome do pânico, por gentileza, dá um jeito de entregar o prontuário médico e quais remédios devo tomar. Já que sabem tanto sobre mim, mais do que eu mesmo, aguardo detalhes da doença. Para desconforto geral, estou muito bem obrigado. Usufruo de perfeita saúde física, mental e espiritual. Continuo me movimentando, indo, vindo, expressando ideias, sentimentos.

Se transitei menos em Campo Limpo Paulista nos últimos dias, lamento ter decepcionado alguém e privado de minha imagem. Bem, quem quer que tenha sentido falta, não está perdendo nada. Sou feio mesmo. O espelho sempre me falou e eu acredito. Eu também continuo ganhando, e muito, por não ter que avistar alguns elementos no horizonte. 
Aliás, elementos esses que conseguem estragar qualquer alvorada, minimizar qualquer bom perfume com suas presenças que exalam mesquinhez, incompetência, ganância, pobreza de espírito que em nada fica a dever os miseráveis somalianos.
Mesmo aparecendo pouco, ao fazê-lo tenho acesso a informações que me provocam asco. Um fiel escudeiro do atual prefeito –ao menos parecia ser– foi flagrado conversando com o prefeito da próxima gestão num restaurante, em Jundiaí.

Quando não se tem competência para fazer qualquer outro serviço o jeito é vender a alma para quem tem o cetro. Assim, vou ficando cada vez mais certo de que a tal mudança propalada era só propaganda mesmo. Por essas e outras: viva a síndrome do pânico!

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