8 de dezembro de 2015

SOBRE SER "MACHO"


Acho que não precisa ser doutor em nada, para entender que ser homem, de verdade, não implica em domínio, sujeição do sexo oposto, valentia, pancadaria ou coisa semelhante.
Ser homem implica, sim, em ser atencioso, zeloso, amoroso, respeitador, honesto, provedor (e não venham dizer que isso é machismo), idealizador e viabilizador de um ambiente familiar onde reina confiança, carinho, segurança, crescimento, amadurecimento.

Acerca do papel de provedor da família, ninguém tira da minha cabeça que o macho tem, sim, a obrigação de pensar em dar casa, comida e roupa lavada. Porém, vem mais que isso. Cabe ao homem pensar que seus filhos e esposa precisam de lazer. A viagem de férias, os almoços ou jantares fora de casa, a ida ao parque, não é coisa só para a mulher pensar. Por razões divinas elas detém, sim, habilidades especiais para essas questões, mas isso não quer dizer que a carga é só delas.

Reconheço que elas pensam melhor em onde ir, como ir e o que fazer. E caberá ao homem que pensa e presta, dar todas as condições para que os planos da esposa e mãe sejam executados sem dissabores. Difícil? Se vira! Para isso você é o "homem da casa".
Quando ressalto aqui o papel de provisão, não estou reforçando nenhum pensamento machista. Como dizem as feministas. Se há condições favoráveis para que a mulher possa trabalhar, colocar dinheiro em casa, decidir se compra o Fusca ou a Ferrari, ótimo, que o faça. Cada família é uma realidade. O que não dá é para consentir com a ideia de vagabundo em casa criando barriga e mulher no tronco para manter o ócio de pilantra.

Ser homem, de verdade, considerando o núcleo familiar, implica, sim, cuidar da mulher de modo que ela se sinta protegida, amada, amparada, estimulada, incentivada, elevada, cortejada.
Ser homem, de fato, não implica em se recusar a dar um beijo no filho, porque ele entrou na puberdade, mas agarrar e por no colo sem nenhum preconceito imbecil.

Ninguém vai perder a masculinidade por entrar em uma floricultura e sair carregando um buquê mesmo que não seja data de aniversário de casamento ou da esposa. Os dias não se tornam especiais por causa da combinação de algarismos, mas pelas atitudes que você tira da intenção e torna ação.

Isso é simples. Não precisa de nenhum doutor em qualquer excrecência hipoteticamente humanista para dizer o óbvio. Está ensinado, exemplificado, largamente comprovado na Bíblia Sagrada. O mesmo livro que acadêmicos imbecis insistem em negar a superioridade produzindo todo lixo que chamam de conhecimento.

Enquanto os sabedores-de-tudo tentam zombar dos valores divinos, enquanto rejeitam o padrão para a família presente nas Escrituras, as soluções dos "achólogos" que descartam ao Criador simplesmente falham, porque são tão podres quanto suas mentes. São tão fracos quanto suas estruturas físicas. São tão infrutíferos quanto solo arenoso.

Como não tenho nenhuma intenção em formar o Clube da Concordância, reitero que se não gosta do que digo, ou bloqueia meu perfil ou sai da minha lista. A solução é simples. Tenha certeza, porém, que a minha expressão ninguém impede de ser conhecida.




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