8 de dezembro de 2015

Estamos conectados


Assim como a música é um "idioma" universal para a alma, a lágrima, o sorriso e o olhar nos fazem saber que estamos mais conectados do que se possa imaginar. 

Não importa se é um índio na Amazônia, um aborígene na Austrália, uma muçulmana na Síria, um judeu em Israel, uma criança na Rússia, um idoso na China, um jovem na África. 

Se eles choram, riem ou apenas cruzam seus olhares conosco, sem qualquer palavra, entenderemos o que querem expressar e, se não pertencerem aos exércitos das trevas, teremos alguma empatia com eles. 

Isso, para mim, é mais uma evidência da ação do Criador que teve o cuidado de projetar em nós formas de comunicação que vão além das palavras.

Sei que Deus permite até que não se creia nEle. Entretanto, nas páginas das Escrituras Sagradas, não teve o menor interesse em contestar os imbecis que o fazem. Apenas os rotulou como "loucos". 

Por isso, desprezo, rejeito, tenho nojo, luto e lutarei sempre e com todas as forças para afrontar esta espécie. Como? Apresentando outros argumentos? Nem precisa. 

Basta-me reiterar de todas as formas, com todos os sons, tons e cores a minha fé neste Deus. Basta-me adorá-Lo pelo fruto dos lábios ou pelas atitudes públicas ou secretas.

Sim! Eu creio em Deus! E, ao contrário do que dizem os débeis ateus, isso não me desqualifica, não me diminui, não me enfraquece. Muito pelo contrário, sinto-me capaz, em crescimento e com força sempre renovada para cada novo dia.

Afinal, como muito bem disse o rei Davi: "Em Deus, faremos proezas".

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