8 de dezembro de 2015

APRENDIZADOS EM MEIO AOS DILEMAS

Esse "cara", Dezembro, chega com mala de partida. Mas não é porque é o último do ano que se torna o mais tranquilo. Muito pelo contrário, acaba sendo o de maior correria, para os normais, e de histeria, para os desequilibrados.

Já sofri (e muito) quando este "cara" chegava. Irrita-me a procrastinação de tudo para o próximo ano, aliás, para depois do Carnaval. Irritava-me em maior grau (hoje menos) a sandice consumista onde todo mundo corre e não sabe exatamente para fazer o que. Irritava-me como a prevalência das atividades é comer e ficar ocioso, ao invés de aprofundar comunhão e aprimorar a produtividade.
Como isso é maior do que eu e não vou mudar o comportamento das massas, mudei eu. 

Continuo não sendo um amante desta reta final do ano. Todavia, passei a relevar seus dissabores e tentar encontrar algum sabor. Acabei encontrando: passei a ponderar que Dezembro é o mês das conclusões. Não dos encerramentos. Conclusão da etapa. Conclusão do curso livre. Conclusão da faculdade. Conclusão da construção. Conclusão da reforma.
Focando na conclusão da "etapa", logo se sabe que não é o fim, que o curso continua, a construção ou reforma da casa também. 

Por mais que não esteja concluído o todo, considero que é importante celebrar a conclusão da parte.
Ponderar o quanto se progrediu, avançou, planejou e executou. Avaliar se procrastinamos muito ou pouco ou, se em caso de amadurecimento pessoal e profissional, aprendemos a não procrastinar.
Nesta pegada de aprender a ser menos pessimista com o sr. Dezembro, compartilho os álbuns de duas conclusões. A formatura do CEPEC 2015 e Cantata de Natal da Umadju, ambos eventos realizados na Assembleia de Deus de Jundiaí, no Vianelo, nos dias 4 e 5. Foram registros que pude fazer pela terceira vez no caso da formatura e quinta no caso da cantata.
Estou contente comigo mesmo, por não ter perdido o prazer em me emocionar junto com os formandos pela conclusão do curso, para ser um evangelista de crianças hábil no uso de ferramentas que auxiliam na apresentação da mensagem mais poderosa: o evangelho.

Celebro o fato de continuar sensível a ouvir pela milionésima vez uma narrativa cantada sobre o nascimento do Salvador e ainda sentir o coração arder em alegria e os olhos verterem lágrimas pela consciência de ser alvo do maior plano da História: a redenção do homem.
Enfim, o sr. Dezembro vai passar e levar consigo os outros colegas. Ficará comigo, porém, todo o conhecimento, um tesouro que, felizmente, posso chamar de meu.


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