28 de agosto de 2009

Que preço você paga pelo crescimento?

Ganhar evidência, destaque, reconhecimento, aumento de salário, elogios do chefe, são alguns dos sinais que indicam o que convencionamos chamar de crescimento profissional. É bem verdade, que acerca dos elogios costumamos responder com o canto da boca: 'prefiro minha parte em dinheiro'. Todavia, se o holerite não cresce, a massagem no ego com certeza faz bem a qualquer indivíduo, independente da posição hierárquica dentro da empresa.
 
Quer a pessoa seja o limpador de banheiros ou o diretor-presidente ela não está imune às necessidades de afeto, reciprocidade, respeito etc. Ocorre que, quando a falta de honradez toma conta nas relações, é comum a apelação para recursos como bajulação, formação de intriga entre colegas, disseminação de fofocas, boicote ao serviço de terceiros, dissimulação, entre outras táticas. 
 
Todas as atitudes são fundamentadas na mentira. Os bons mentirosos são aqueles que, pela frente, são todo beijos e abraços, mas pelas costas, rangem os dentes e dizem: 'Um dia pego o seu lugar. Sou melhor que você'. Este tipo de gente tem disposição para pagar qualquer valor pelo que denominam 'crescimento'. Pagam o preço da mentira, da dissimulação.
 
Para quem opta por uma postura honrada, honesta, verdadeira a qualquer custo, parece que os dissimulados estão sempre à frente. Contudo, a árvore que cresce rápido, mas sem consistência, facilmente é derrubada. O mesmo se aplica a quem pensa ter se feito 'grande', mas não tem raízes.

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