
O que exponho a seguir é o pano de fundo da minha infância, em Ilhéus/BA, que me credencia a não admitir qualquer indivíduo, com quaisquer justificativas sejam elas "artísticas" ou "religiosas", impondo-me suas certezas sobre o que é "tolerância ou intolerância" religiosa, respeito à liberdade de expressão e/ou crença. São fatos que não me tornam melhor ou superior a ninguém, mas que resultam numa postura de não me intimidar diante de minorias ruidosas. Gente que quer respeito, mas não o oferece. Gritam por direitos, mas exigem privilégios. Alegam defender igualdade, mas buscam mesmo vantagens.O que descrevo, vivi entre os anos de 1985 a 1989. Quando a população evangélica era proporcionalmente muito menor do que atualmente. Ou...