SOBRE SER "MACHO"


Acho que não precisa ser doutor em nada, para entender que ser homem, de verdade, não implica em domínio, sujeição do sexo oposto, valentia, pancadaria ou coisa semelhante.
Ser homem implica, sim, em ser atencioso, zeloso, amoroso, respeitador, honesto, provedor (e não venham dizer que isso é machismo), idealizador e viabilizador de um ambiente familiar onde reina confiança, carinho, segurança, crescimento, amadurecimento.

Acerca do papel de provedor da família, ninguém tira da minha cabeça que o macho tem, sim, a obrigação de pensar em dar casa, comida e roupa lavada. Porém, vem mais que isso. Cabe ao homem pensar que seus filhos e esposa precisam de lazer. A viagem de férias, os almoços ou jantares fora de casa, a ida ao parque, não é coisa só para a mulher pensar. Por razões divinas elas detém, sim, habilidades especiais para essas questões, mas isso não quer dizer que a carga é só delas.

Reconheço que elas pensam melhor em onde ir, como ir e o que fazer. E caberá ao homem que pensa e presta, dar todas as condições para que os planos da esposa e mãe sejam executados sem dissabores. Difícil? Se vira! Para isso você é o "homem da casa".
Quando ressalto aqui o papel de provisão, não estou reforçando nenhum pensamento machista. Como dizem as feministas. Se há condições favoráveis para que a mulher possa trabalhar, colocar dinheiro em casa, decidir se compra o Fusca ou a Ferrari, ótimo, que o faça. Cada família é uma realidade. O que não dá é para consentir com a ideia de vagabundo em casa criando barriga e mulher no tronco para manter o ócio de pilantra.

Ser homem, de verdade, considerando o núcleo familiar, implica, sim, cuidar da mulher de modo que ela se sinta protegida, amada, amparada, estimulada, incentivada, elevada, cortejada.
Ser homem, de fato, não implica em se recusar a dar um beijo no filho, porque ele entrou na puberdade, mas agarrar e por no colo sem nenhum preconceito imbecil.

Ninguém vai perder a masculinidade por entrar em uma floricultura e sair carregando um buquê mesmo que não seja data de aniversário de casamento ou da esposa. Os dias não se tornam especiais por causa da combinação de algarismos, mas pelas atitudes que você tira da intenção e torna ação.

Isso é simples. Não precisa de nenhum doutor em qualquer excrecência hipoteticamente humanista para dizer o óbvio. Está ensinado, exemplificado, largamente comprovado na Bíblia Sagrada. O mesmo livro que acadêmicos imbecis insistem em negar a superioridade produzindo todo lixo que chamam de conhecimento.

Enquanto os sabedores-de-tudo tentam zombar dos valores divinos, enquanto rejeitam o padrão para a família presente nas Escrituras, as soluções dos "achólogos" que descartam ao Criador simplesmente falham, porque são tão podres quanto suas mentes. São tão fracos quanto suas estruturas físicas. São tão infrutíferos quanto solo arenoso.

Como não tenho nenhuma intenção em formar o Clube da Concordância, reitero que se não gosta do que digo, ou bloqueia meu perfil ou sai da minha lista. A solução é simples. Tenha certeza, porém, que a minha expressão ninguém impede de ser conhecida.




ORGULHO DE...

Tem orgulho de ser corintiano, palmeirense, são paulino, santista etc? Pois bem, tenho orgulho de ser ‪#‎assembleiano‬.
Sugiro que os demais irmãos de outras igrejas não escondam sua alegria em ser ‪#‎batista‬, ‪#‎presbiteriano‬ ‪#‎quadrangular‬ ‪#‎ccb‬ etc.

Afinal, não chutamos ninguém quando um time preferido perde o jogo. Não enchemos a cara depois de uma vitória. 
Não fazemos buzinaço à meia-noite. 
Não causamos transtorno em trem e metrô com algazarra disfarçada de comemoração.

Se quero que os torcedores mudem? De jeito nenhum! Só não vou me calar diante de todos os palhaços que reclamam quando oramos coletivamente, fazemos culto ao ar livre (um direito que nos assiste) cantamos com vontade, frequentamos o culto quantas vezes por semana podemos.

Ao nosso modus vivendi, que não causa prejuízo a ninguém, há sempre um exército de imbecil, que se diz intelectual, mas não passam de um bando de aloprados, dizendo que somos fanáticos, loucos. Ora, porque não dizem o mesmo dos que espancam, depredam, incendeiam quer tenham ganho ou perdido uma partida?

Não gosta do meu pensamento? Faz favor: vaza da minha lista e bloqueia meu perfil. Sim. No que depende de mim, tenho paz com todos. Se você não quer, isso não é problema meu. É seu.

APRENDIZADOS EM MEIO AOS DILEMAS

Esse "cara", Dezembro, chega com mala de partida. Mas não é porque é o último do ano que se torna o mais tranquilo. Muito pelo contrário, acaba sendo o de maior correria, para os normais, e de histeria, para os desequilibrados.

Já sofri (e muito) quando este "cara" chegava. Irrita-me a procrastinação de tudo para o próximo ano, aliás, para depois do Carnaval. Irritava-me em maior grau (hoje menos) a sandice consumista onde todo mundo corre e não sabe exatamente para fazer o que. Irritava-me como a prevalência das atividades é comer e ficar ocioso, ao invés de aprofundar comunhão e aprimorar a produtividade.
Como isso é maior do que eu e não vou mudar o comportamento das massas, mudei eu. 

Continuo não sendo um amante desta reta final do ano. Todavia, passei a relevar seus dissabores e tentar encontrar algum sabor. Acabei encontrando: passei a ponderar que Dezembro é o mês das conclusões. Não dos encerramentos. Conclusão da etapa. Conclusão do curso livre. Conclusão da faculdade. Conclusão da construção. Conclusão da reforma.
Focando na conclusão da "etapa", logo se sabe que não é o fim, que o curso continua, a construção ou reforma da casa também. 

Por mais que não esteja concluído o todo, considero que é importante celebrar a conclusão da parte.
Ponderar o quanto se progrediu, avançou, planejou e executou. Avaliar se procrastinamos muito ou pouco ou, se em caso de amadurecimento pessoal e profissional, aprendemos a não procrastinar.
Nesta pegada de aprender a ser menos pessimista com o sr. Dezembro, compartilho os álbuns de duas conclusões. A formatura do CEPEC 2015 e Cantata de Natal da Umadju, ambos eventos realizados na Assembleia de Deus de Jundiaí, no Vianelo, nos dias 4 e 5. Foram registros que pude fazer pela terceira vez no caso da formatura e quinta no caso da cantata.
Estou contente comigo mesmo, por não ter perdido o prazer em me emocionar junto com os formandos pela conclusão do curso, para ser um evangelista de crianças hábil no uso de ferramentas que auxiliam na apresentação da mensagem mais poderosa: o evangelho.

Celebro o fato de continuar sensível a ouvir pela milionésima vez uma narrativa cantada sobre o nascimento do Salvador e ainda sentir o coração arder em alegria e os olhos verterem lágrimas pela consciência de ser alvo do maior plano da História: a redenção do homem.
Enfim, o sr. Dezembro vai passar e levar consigo os outros colegas. Ficará comigo, porém, todo o conhecimento, um tesouro que, felizmente, posso chamar de meu.


 
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